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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Giovana"

De repente eu entendi que o Anderson era paciente e mão tinha pressa que eu descobrisse quem eu era e como eu queria fazer as minhas escolhas.

- Anderson?

- Hum? - Ele tirou uma mecha de cabelo do meu rosto.

- Eu sei exatamente onde eu quero ir.

- É? Então me conta, qual será a sua primeira aventura? - Ele sorriu genuinamente interessado na minha decisão, como se esperasse que eu dissesse que queria ver o mundo.

- Eu quero ir para aquela faculdade que planejamos juntos e quero segurar a sua mão todos os dias. E de vez em quando eu quero espiar o mundo, mas quero que você esteja ao meu lado segurando a minha mão e me ajudando a colocar em palavras nesse caderno tudo o que nós vamos ver juntos. Porque com a minha liberdade, eu escolho ver o mundo e a vida com você.

- É uma escolha a longo prazo, Gi. É bem audacioso. - Ele sorriu, como se esperasse que eu repensasse.

- É uma escolha para a vida toda, Anderson. E eu tenho certeza! Eu acho que não estou pronta para tudo ainda, mas eu sei que você vai me esperar.

- Eu vou te esperar a vida inteira, porque eu também já fiz a minha escolha, você sabe. E isso me leva a uma outra coisa... - Ele tirou do bolso uma caixinha preta e a abriu. - O nosso novo pingente, que marca a nossa nova fase, precisa de uma pulseira nova.

A pulseira que ele tinha me dado antes já tinha vários pingentes que ele foi colocando com o passar dos meses para cada coisa importante para nós dois. Mas ela ainda não estava completamente cheia, só que ela era de prata e agora ele estava me dando uma pulseira de ouro, na qual já estava o pingente novo, um número dezoito com a palavra livre gravada atrás. Ele fechou a pulseira no meu pulso, junto com a anterior. Elas se complementavam perfeitamente.

- É lindo! - Eu admirei a nossa história contada naqueles pingentes por um segundo, coloquei meus outros presentes de lado e sentei no colo do meu namorado, uma perna de cada lado do seu quadril. - Você é o melhor namorado do mundo!

Eu o beijei, do jeitinho que eu fazia quando o pegava de surpresa no sofá da sala do meu pai, aquele beijo que o deixava sem saber o que fazer com as mãos enquanto eu prendia a boca dele na minha e descia as mãos pelo peito dele. Ele me abraçou pela cintura e foi aí que tudo mudou. Não era o mesmo beijo que eu provocava até deixá-lo sem fôlego.

Foi como se ele assumisse o controle e quem perdeu o fôlego fui eu. Ele me segurou contra o corpo dele e aprofundou o beijo. A língua dele mergulhou na minha como se não existisse nada mais gostoso no mundo e para mim realmente não existia nada melhor do que aquele beijo. Quando nos separamos eu puxei o ar com força, encostei a minha testa na dele, sentindo como se o meu coração fosse pular do meu peito.

- Lembra do que você me perguntou um tempo atrás? Como eu te beijaria se não tivesse que me perguntar mentalmente sobre aquele acordo? - Ele pasou a ponta do nariz no meu. - É assim que eu vou te beijar agora quando estivermos sozinhos. Sem pensar em mais nada, apenas em você nos meus braços.

Eu sorri para ele, sentindo ainda o gostinho daquele beijo que não tinha mais limite, era simplesmente um beijo e duas vontades que convergiam.

- Eu acho que te fiz a pergunta errada. - Eu falei já pensando em como arrancar dele mais do que um beijo e ele me olhou intrigado. - Eu deveria ter te perguntado como seriam os nossos amassos quando você não precisasse mais se preocupar em pensar se podia me tocar.

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