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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Giovana"

Ele tirou a camisa e pressionou o corpo quente e musculoso contra o meu outra vez, capturando a minha boca, enquanto a sua mão descia para o meu sexo, me fazendo gemer outra vez. Seus dedos abriram a minha intimidade e deslizaram pelo meu clitóris, indo e vindo, até que ele colocou um dedo dentro de mim, deixando as minhas pernas bambas.

- Que bocetinha gostosa, sempre pronta pra mim. - A voz dele, baixa e rouca, no meu ouvido era mais um estímulo irresistível.

O Anderson que estava na minha frente era o homem que tomava o que considerava seu, não o rapaz que pedia licença. Eu adorava as duas versões, mas aquela diante de mim era a minha preferida. E quando eu me dei conta, eu já rebolada nos dedos dele, que me fodiam da forma mais indecente e deliciosa possível.

- Isso, Ferinha, geme gostoso. - Ele repedia safadezas no meu ouvido e quanto mais ele falava, com mais tesão eu ficava.

- Você é linda demais, Gi. - Ele gemeu no meu opuvido. - Gostosa demais. Puta que pariu, eu quase enlouqueci longe de você. - Ele rosnou, a voz falhando enquanto admirava o meu corpo exposto, já completamente molhado e ansiando por ele.

Ele tirou os dedos de mim, se afastou apenas o suficiente para abrir o cinto e o zíper da calça. O membro dele saltou, rígido, latejante e imenso. Ver o desejo dele naquele estado de entrega total me deixou ainda mais molhada.

- Eu te dei um amasso de respeito contra essa parede uma vez. - Ele se aproximou devagar outra vez. - Hoje eu vou te foder contra ela, como se o mundo estivesse acabando. E você vai pedir mais, vai gemer gostoso o meu nome, vai gritar de tesão.

- Será que você consegue tudo isso? - Eu estava ofegante e mesmo assim o provoquei. Os olhos dele brilharam, ele aceitou o desafio.

O Anderson me suspendeu do chão com uma facilidade impressionante, e eu entrelacei as minhas pernas ao redor da cintura dele, prendendo-me ao seu corpo como se ele fosse a minha única âncora no mundo.

Ele posicionou a cabeça do membro bem na minha entrada, roçando levemente, testando o meu limite enquanto me encarava nos olhos, como se quisesse que eu implorasse. Era uma tentação deliciosa e eu fechei os olhos para absorver melhor a sensação.

- Olha para mim. - Ele exigiu, a voz grave vibrando no meu peito. - Quero que você veja quem manda em mim agora. É você, Gi. Sempre foi você. Porque eu fui seu desde a primeira vez que eu te vi no bar com o seu pai e você nem sabia que eu existia.

- Anderson... por favor... - Eu pedi, arranhando os ombros dele, incapaz de aguentar aquela tortura deliciosa. - Eu preciso de você dentro de mim.

Com um único impulso firme e possessivo, ele afundou o quadril no meu. O preenchimento foi tão bruto e profundo que minha visão chegou a embaçar. Eu soltei um grito agudo, um som de puro êxtase que reverberou pelas paredes do apartamento. Ele entrou inteiramente, me esticando por dentro, me fazendo revirar os olhos de prazer.

O Anderson soltou um suspiro pesado, fechando os olhos por um segundo, saboreando o aperto do meu corpo ao redor dele antes de começar a se mover. E as estocadas começaram. Fortes. Ritmadas. Sem nenhuma piedade.

A cada batida do quadril dele contra o meu, o som dos nossos corpos se chocando preenchia o ambiente. Era o sexo de reconciliação na sua forma mais carnal; a recompensa física por termos sobrevivido ao inferno que foram os últimos dois dias.

- Mais forte, Gracinha... mais fundo. - Eu pedia, jogando a cabeça para trás, completamente entregue ao ritmo frenético que ele impunha.

Ele mudou o ângulo, segurando o meu quadril com as duas mãos, mantendo só as minhas costas contra a parede e me puxando contra ele a cada estocada, atingindo o meu ponto mais profundo. Eu sentia a fricção ardente, o calor subindo pelas minhas pernas, o meu clitóris sendo esmagado por ele a cada movimento. O prazer era uma onda avassaladora que ameaçava me devorar.

- Porra, Anderson! - Eu bufei e ele ergueu a cabeça para me olhar, atordoado e confuso. - Que promessa estúpida!

- Ferinha, eu achei que tinha te perdido. Achei que o meu orgulho idiota tinha afastado a única mulher que importa na minha vida. Eu não quero brigar com você nunca mais. - Ele murmurou confuso.

- Você é um idiota, Anderson... - Eu suspirei e ri. - Mas a sua punição vai ser ter que me aguentar para o resto da vida.

- Isso não é punição, amor. É o meu paraíso. - Ele beijou o meu pescoço.

- Então é bom arrumar briga de vez em quando porque eu gostei muito desse negócio de recompensa. - Eu falei e ouvi a risada divertida dele no meu pescoço.

- Mas eu ainda não terminei com você e esse negócio de recompensa. - Ele mordiscou op lóbulo da minha orelha e me tirou da parede, me mantendo no seu colo.

Ele caminhou comigo em direção ao quarto sem que os nossos lábios se separassem por um único segundo. Quando as minhas costas encontraram o colchão macio da minha cama, o Anderson veio logo em cima, cobrindo o meu corpo com o dele. Sob a luz fraca da manhã que passava pela cortina entreaberta, o rosto dele era pura determinação e desejo. Ele segurou as minhas duas mãos acima da minha cabeça, prendendo os meus pulsos contra o travesseiro, me olhando de cima com um sorriso de canto que me deixou completamente entregue.

- Eu te amo, Ferinha. Mas se prepara, você não vai dormir tão cedo.

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