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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Giovana"

Do estacionamento na faculdade até o prédio do curso, o Anderson e eu caminhamos de mãos dadas. Eu estava me sentindo feliz, mas muito ansiosa, com aquele frio na barriga por estar começando algo novo, algo que eu queria muito e que eu sentia que mudaria a minha vida.

- Ah, que casalzinho lindo! - O Rui apareceu e se meteu entre nós, colocando um braço no meu ombro e o outro no do Anderson.

- Fez o que tinha que fazer, Rui? - O Anderson perguntou e o Rui deu um grande sorriso.

- Pode apostar que eu fiz e vou fazer todos os dias e não vou deixar espaço para ninguém furar a fila. - O Rui respondeu orgulhoso.

- Do que vocês estão falando? - Eu fiquei curiosa.

- Fui buscar a Bibi em casa hoje e a levei direto para a sala de aula dela. Aproveitei e a convidei para almoçar e pegar um cinema. - O Rui estava todo animado.

- Ela ficou de boca aberta quando você apareceu lá em casa essa manhã. - O Anderson riu.

- Isso porque você não viu como ela me agradeceu o presentinho de "boa sorte na faculdade". Ganhei um abraço e um beijo, ainda não foi na boca, mas eu acho que vocês têm razão, eu vou conquistar a Bibi. - O RFui parecia estar flutuando.

- Por que eu não sabia dos seus planos de presentinho e ir buscá-la? - Eu me senti excluída.

- Você não sabia do presentinho porque eu não queria atrapalhar a surpresa do Gracinha para você. Nós saímos juntos para comprar os presentinhos. Você gostou? - O Rui explicou.

- Amei! Meu Gracinha sempre me faz surpresas lindas. - Eu me derreti pelo meu namorado.

- Você que é linda! - O Anderson me puxou do braço do Rui e me deu um beijo que me fez derreter.

- É, mas agora parem, vocês estão em público. - O Rui nos lembrou, mas eu não estava nem aí. - E eu não te falei que ia buscá-la porque o seu namorado me deu a idéia essa madrugada.

- Entendi.

Nós demos mais alguns passos e entramos no prédio, rindo de alguma piada nova que o Rui estava contando. Mas logo na entrada nós demos de cara com uma pessoa desagradável e eu decidi mentalmente que ela não estragaria o meu primeiro dia. Eu não tinha visto a "maria oferecida" de novo depois do meu aniversário, mas eu não esqueci a cara dela.

Ela estava encostada na escadaria, no meio de um grupo de rapazes, segurando um café e com aquele sorriso que parecia ter sido arrancado de uma revista e colado nela com fita adesiva. O olhar dela brilhou quando passou pelo Anderson, mas quando caiu sobre ficou frio como uma lâmina, como se me desse um aviso ou coisa assim.

- Ferinha, ignora. Não estraga o seu dia. - O Anderson soprou baixinho no meu ouvido e me deu um beijo.

- Fica tranquilo, Gracinha. Eu passei da fase "Mortal Kombat". - Eu sorri e nós avanlamos em direção às escadas.

- Oi, Andi! Transformaram o primeiro dia em dia de trazer uma criança para conhecer a faculdade? - A tal Maya perguntou jogando o veneno dela pra mim e o charme para o Anderson, dando aquela risadinha anasalada e sem graça, totalmente forçada.

O Rui estava do meu outro lado e eu senti o leve toque que ele me deu sem que ninguém percebesse, bem aquela coisa de amigo que te diz silenciosamente que te apóia de qualquer jeito.

- Não estou vendo nenhuma criança por aqui, Maya. - O Anderson respondeu sem cair na provocação.

- Ah, que fofa! - Eu abri um grande sorriso e me dirigi a garota em minha frente. - O Anderson está me mostrando a faculdade sim, mas é porque eu sou uma caloura, fofa!

- Caloura? Você? - Ela respondeu com desdém, claramente tentando encontrar uma brecha para me submeter a alguma humilhação.

- Pois é, aliás eu fui muito bem colocada. Eu respondi com toda a calma.

- Devo dar os parabéns? Não, vou fazer melhor, vou dar um conselho: cuidado garota, isso aqui é mundo de gente grande, não é como brincar de boneca no bar do papai. - Ela tentopu me intimidar, como se eu estivesse no lugar errado.

Eu dei um passo à frente e tirei os óculos escuros que eu tinha colocado sobre a cabeça quando entrei no prédio, jogando o cabelo com confiança, como se apenas sacudisse aquela pulga do meu ombro. Ao meu lado eu escutei o Rui soltar um "vixe" baixinho.

CASAL 2 - Capítulo 17: O primeiro embate no campus 1

CASAL 2 - Capítulo 17: O primeiro embate no campus 2

CASAL 2 - Capítulo 17: O primeiro embate no campus 3

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