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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Giovana"

Eu poensei que dizer ao Anderson que eu queria que ele me ensinasse a tocá-lo não tivesse sido um dos meus momentos mais audaciosos com ele, já que a minha lista de curiosidades e atrevimentos era longa. Mas a verdade era que, enquanto o Anderson me encarava sem nem ao menos respirar, por um tempo longo demais, eu comecei a pensar que talvez eu tivesse passado do ponto ou que ele não tivesse entendido o que eu queria dizer.

Mas aí ele pareceu se recuperar, limpou a garganta, piscou algumas vezes, se ajeitou debaixo de mim e eu senti a sua reação. Eu não tinha passado do ponto, eu tinha acendido um pavio.

- Você quer aprender a me tocar? - A voz dele saiu um pouco mais grave do que o habitual.

- É. Eu quero que você me mostre como eu posso te fazer sentir aquilo de novo... sabe aquilo que aconteceu aqui no sofá, quando eu toquei você e você perdeu o controle? Mas sem pressa, e sem você se sentir 'sem graça' depois. Eu quero aprender o que te faz perder o fôlego, Anderson. Eu quero saber tocar você, do jeito que te faz perder o controle, como aquele dia. Eu acha, inclusive, que issop faz parte de me preparar até estar pronta para irmos até o fim. Ou não?

Eu não estava brincando. Eu estava ali, com o olhar mais honesto do mundo, pedindo que ele me ensinasse a ser perfeita para ele, pedindo mais intimidade, pedindo para conhecer o corpo dele, não só a mente e o coração que ele já tinha revelado inteiros e sem censura para mim.

- Se esse é o seu desejo, Ferinha... - Ele sussurrou. - Mas me promete que vai me dizer quando for demais para você, me promete que vai parar e manter o controle por nós dois. Porque você está me pedindo, Gi, para colocar o controle do meu corpo em suas mãos e você ainda precisa de tempo, então você precisará ser quem se afasta agora, você precisará me dizer que é hora do banho gelado.

Ele estava me fazendo um pedido tão honesto quando o que eu fiz a ele. Eu engoli em seco e senti todo o peso daquele momento. O Anderson estava concordando em se deixar incendiar deliberadamente e ele confiava em mim para ser o freio de emergência de um incêndio que ele mesmo não conseguiria mais apagar.

Um pensamento cruzou a minha mente e eu me dei conta de que eu nunca me preocupei em parar, porque eu adorava os nossos amassos e eu tinha certeza que ele sempre manteria o controle e pararia as coisas antes que eu me arrependesse, mas agora... agora ele estava colocando esse controle na palma da minha mão e eu teria que saber usá-lo.

- Eu prometo! - Eu sussurrei, sentindo o meu próprio coração martelar contra as costelas. - Eu vou ser o seu limite, Anderson, e o meu.

Ele se inclinou e me beijou, um beijo que começou lento e logo se tornou urgente, como se cada segundo de banho gelado estivesse sendo descontado ali. Quando as mãos dele encontraram a minha cintura e ele me puxou para mais perto, eu senti que algo havia mudado entre nós naquele momento, como se nossa conexão tivesse se aprofundado um pouco mais. E eu me senti a dona da porra toda, como as garotas do bar diziam.

No entanto, quando ele se levantou do sofá comigo no seu colo, minhas pernas enlaçadas em sua cintura e me carregou para o quarto, minha confiança de 'mulher decidida' ficou pendurada por um fio. Eu senti a ansiedade do momento, o medo de fazer qualquer coisa errada e o medo de falhar com a minha própria promessa.

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