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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Rui"

Eu encarei a Bianca nos olhos enquanto me declarava, ela tinha o meu coração, ela tinha a mim, inteirinho. Ela deu um sorriso para mim que dizia muito, mas ops olhos dela ainda estavam úmidos.

- Agora, chega de choro, minha linda. - Eu sussurrei, roçando meus lábios nos dela. - Eu prometi que ia tirar as preocupações do caminho para poder focar no que realmente interessa.

A Bianca soltou um risinho fofo, ainda com o rosto úmido, mas seus olhos agora brilhavam com um desafio novo. Ela passou os braços pelo meu pescoço, puxando-me para mais perto.

- E o que realmente interessa, Ruizinho? - Ela perguntou, a voz ficando mais baixa, com aquele tom que ela sempre usava para me provocar.

- Isso... - Eu respondi, a calando com um beijo que carregava toda a posse e o desejo que eu vinha guardando.

Eu encurtei a distância dos nossos corpos e a puxei pela cintura, a mantendo bem perto de mim, colando o corpo dela ao meu com uma força que a fez soltar um suspiro de surpresa. Meus lábios encontraram os dela com uma urgência que não pedia permissão, eu estava reivindicando a minha namorada e a atenção dela.

O beijo não foi tímido, começou com uma necessidade de sentir os lábios dela nos meus, mas logo se transformou em algo mais profundo, uma fusão inseparável de desejo, emoções e sentimentos. Foi uma exploração profunda, nossas línguas se entrelaçando em um ritmo que ditava o que viria a seguir.

Eu senti as mãos dela subirem pelo meu peito e se enroscarem no meu cabelo, puxando-me para mais perto, como se eu fosse a única coisa sólida no mundo dela que acabava de desmoronar.

As minhas mãos, antes tímidas, agora agiam com a confiança de quem tinha se dado conta de que podia explorar. Eu a pressionei contra o sofá, nos deslizando até estarmos deitados ali, tão agarrados quanto era possível, minhas mãos deslizavam pela curva do seu quadril com uma intenção exploratória, uma audácia totalmente nova, que fez o meu próprio sangue ferver. A Bianca soltou um gemido baixo quando minha mão passou pela sua coxa, apertando com firmeza a pele macia sob o tecido da saia que ela usava.

Eu a pressionei ainda mais contra mim, até estarmos tão agarrados quanto era possível, minhas mãos deslizavam pela curva do seu quadril com uma intenção exploratória, uma audácia totalmente nova, que fez o meu próprio sangue ferver.

- Rui... - A Bianca ofegou entre os beijos. - Você está diferente.

- Eu só resolvi ter atitude por nós dois hoje, minha linda. - Eu sussurrei, descendo meus beijos pelo maxilar dela até a pulsação acelerada na base da garganta.

Eu deixei de lado a timidez de sempre, ela era a minha namorada, ela gostava de mim, gostava de quem eu era. E eu não apenas era apaixonado por ela, eu a desejava e não era só culpa dos hormônios, era porque eu queria tudo na vida com ela.

Eu comecei a mapear o pescoço da Bianca com mordidas leves e sucções que a faziam arquear as costas em minha direção. Cada som que ela soltava era como combustível para mim, um incentivo para que eu continuasse e fosse adiante.

A sessão de amassos subiu de temperatura rapidamente. Minhas mãos exploraram as curvas dela com um deslumbramento genuíno, descobrindo texturas e reações que eu só conhecia pela teoria dos livros ou pelas conversas com meu pai e alguns amigos.

Minhas mãos desceram para a cintura dela, apertando a pele macia ali, e eu a senti cravar as unhas nos meus ombros. O prazer que eu sentia ao vê-la perder o controle e se entregar a mim era viciante. Eu, o Rui tímido e que nunca surpreendia ninguém, estava adorando subverter a ordem natural das coisas com a garota que todos julgavam ser "demais" para mim.

Ela me puxou para um beijo profundo, um daqueles que fazem o mundo girar. Suas mãos desceram para o meu cinto, hesitando por um segundo, e eu senti meu coração disparar.

O clima mudou de uma urgência febril para uma exploração mais conectada. Passamos um longo tempo ali, no limite entre o carinho e o desejo puro. Eu descobri que o toque da mão dela na minha nuca me desarmava e ela descobriu que eu tinha um ponto fraco quando ela sussurrava meu nome daquele jeito manhoso.

Nós ficamos naquela dança de mãos, bocas e corpos por um tempo que não sei medir. Eu queria tudo: o gosto dela, o cheiro, a sensação da sua lingerie sob meus dedos. Mas, acima de tudo, eu queria que ela soubesse que cada carícia minha era carregada de um sentimento que me deixava até sem ar.

Nós ficamos naquela entrega sensorial intensa por muito tempo, entre beijos cheios de tesão, carícias ousadas e sussurros ao pé do ouvido que faziam nossos corações baterem no mesmo ritmo frenético. Foi um tempo que pareceu não ser possível medir, era só um emaranhado de pernas, línguas e promessas silenciosas ditas através do toque. Sem pressão para irmos mais adiante, sem os medos e os problemas nos atingirem. E depois de nos sentir em cada toque ousado que trocamos, nós ficamos abraçados em silêncio.

- Eu gosto desse Rui que tem atitude por nós dois, mas também gosto do Rui tímido. - Ela sussurrou no meu peito depois de um longo silêncio.

- Você tem os dois só pra você, minha linda. - Eu confessei com um sorriso e senti os lábios quentes dela na minha pele.

Quando a exaustão finalmente começou a cobrar seu preço, eu a levei para o quarto. Nós nos deitados na sua nova cama, tão agarrados como estávamos antes, como se a cama king size fosse ainda mais estreita que o sofá. A Bianca encaixou a cabeça no meu peito e eu a apertei contra mim, sentindo seu coração desacelerar aos poucos junto com o meu. O sono veio rápido, como um soco nos colocando a nocaute, e nós dormimos assim, agarrados, com a certeza de que os meus braços nunca a deixariam cair.

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