"Rui"
Eu encarei a Bianca nos olhos enquanto me declarava, ela tinha o meu coração, ela tinha a mim, inteirinho. Ela deu um sorriso para mim que dizia muito, mas ops olhos dela ainda estavam úmidos.
- Agora, chega de choro, minha linda. - Eu sussurrei, roçando meus lábios nos dela. - Eu prometi que ia tirar as preocupações do caminho para poder focar no que realmente interessa.
A Bianca soltou um risinho fofo, ainda com o rosto úmido, mas seus olhos agora brilhavam com um desafio novo. Ela passou os braços pelo meu pescoço, puxando-me para mais perto.
- E o que realmente interessa, Ruizinho? - Ela perguntou, a voz ficando mais baixa, com aquele tom que ela sempre usava para me provocar.
- Isso... - Eu respondi, a calando com um beijo que carregava toda a posse e o desejo que eu vinha guardando.
Eu encurtei a distância dos nossos corpos e a puxei pela cintura, a mantendo bem perto de mim, colando o corpo dela ao meu com uma força que a fez soltar um suspiro de surpresa. Meus lábios encontraram os dela com uma urgência que não pedia permissão, eu estava reivindicando a minha namorada e a atenção dela.
O beijo não foi tímido, começou com uma necessidade de sentir os lábios dela nos meus, mas logo se transformou em algo mais profundo, uma fusão inseparável de desejo, emoções e sentimentos. Foi uma exploração profunda, nossas línguas se entrelaçando em um ritmo que ditava o que viria a seguir.
Eu senti as mãos dela subirem pelo meu peito e se enroscarem no meu cabelo, puxando-me para mais perto, como se eu fosse a única coisa sólida no mundo dela que acabava de desmoronar.
As minhas mãos, antes tímidas, agora agiam com a confiança de quem tinha se dado conta de que podia explorar. Eu a pressionei contra o sofá, nos deslizando até estarmos deitados ali, tão agarrados quanto era possível, minhas mãos deslizavam pela curva do seu quadril com uma intenção exploratória, uma audácia totalmente nova, que fez o meu próprio sangue ferver. A Bianca soltou um gemido baixo quando minha mão passou pela sua coxa, apertando com firmeza a pele macia sob o tecido da saia que ela usava.
Eu a pressionei ainda mais contra mim, até estarmos tão agarrados quanto era possível, minhas mãos deslizavam pela curva do seu quadril com uma intenção exploratória, uma audácia totalmente nova, que fez o meu próprio sangue ferver.
- Rui... - A Bianca ofegou entre os beijos. - Você está diferente.
- Eu só resolvi ter atitude por nós dois hoje, minha linda. - Eu sussurrei, descendo meus beijos pelo maxilar dela até a pulsação acelerada na base da garganta.
Eu deixei de lado a timidez de sempre, ela era a minha namorada, ela gostava de mim, gostava de quem eu era. E eu não apenas era apaixonado por ela, eu a desejava e não era só culpa dos hormônios, era porque eu queria tudo na vida com ela.
Eu comecei a mapear o pescoço da Bianca com mordidas leves e sucções que a faziam arquear as costas em minha direção. Cada som que ela soltava era como combustível para mim, um incentivo para que eu continuasse e fosse adiante.
A sessão de amassos subiu de temperatura rapidamente. Minhas mãos exploraram as curvas dela com um deslumbramento genuíno, descobrindo texturas e reações que eu só conhecia pela teoria dos livros ou pelas conversas com meu pai e alguns amigos.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor irresistível: O segredo do chefe
Porque não liberaram mais capítulos depois do 251?...