"Anderson"
Eu havia prometido esperar e eu esperei. Mas eu também
havia prometido que seria tudo o que ela merecia e eu estava me esforçando muito para cumprir essa promessa. E eu estava lutando para controlar a ansiedade no meu corpo e levar as coisas entre nós com tempo e cuidado.
As pontas dos meus dedos tocaram a renda fina do seu sutiã, traçando o desenho das flores que pareciam tatuadas na pele dela. A Gi inclinou a cabeça para trás, soltando um suspiro trêmulo quando minha boca encontrou a curva do seu ombro, enquanto minhas mãos desciam pela lateral do seu corpo, sentindo o tecido fino do vestido e a firmeza das suas curvas. Eu olhava para ela com admiração e um deleite que eu nunca tinha experimentado.
- O que foi, Gracinha? - Ela sussurrou, a voz carregada de uma provocação doce, como ela sabia fazer tão bem. - Perdeu o fôlego?
- Não só o fôlego, Gi. Eu perdi a razão. - Eu confessei, subindo o olhar para encontrar o dela. - Você é... deslumbrante. Fica cada vez mais linda!
- Sabe que você também é lindo?! É uma delícia passar a mão no seu corpo, sentir seus músculos definidos nos meus dedos. E a sua pele é mais gostosa que calda quente de chocolate. - Ela falou e deslizou a ponta da língua do meu ombro até a ponta da minha orelha, que ela chupou levemente, me fazendo gemer.
- Gi... assim eu não aguento!
- Hoje não tem banho gelado, Gracinha! - Ela deu aquela risadinha maliciosa. - Como vai ser? Porque eu... - Ela remexeu no meu colo de uma forma que me deixou louco. - Eu não vou facilitar a sua vida. - Ela mordiscou o meu pescoço. - Hoje, Gracinha, eu vou descobrir o que acontece quando vc não precisa correr para o banho gelado.
As mãos dela estavam desfazendo o meu cinto, com aquela agilidade que ela aprendeu para conseguir o que queria antes que eu saísse correndo para o chuveiro.
- Pensei que você estivesse nervosa. - Eu brinquei e ela riu.
- Eu estou, Anderson, mas você disse que isso é um amasso e nesse campo... eu já sei jogar.
Ela abriu o botão e o zíper da minha calça e eu acabei a ajudando a puxar um pouco para baixo. Ela voltou a se sentar de forma provocativa no meu colo, se mexendo como de dançasse uma música sexy e lenta.
- Está bem, se você quer jogar duro, vamos lá. - Eu sorri e dei um beijo na base do pescoço dela.
Eu não tive pressa para tirar o vestido. Eu queria provocá-la até que ela quisesse algo que einda nãop sabia o que era. Eu deslizei o tecido pelos ombros dela, deixando que ele caísse e se amontoasse ao redor dos seus quadris no meu colo. Agora, sob a luz âmbar que iluminava fracamente o chalé, ela era uma visão de sonho: a renda vinho contra a pele clara, os cabelos negros caindo pelos ombros, os olhos castanhos dilatados de desejo e a certeza de que era amada.
Eu subi as mãos pelo sutiã e brinquei com os mamilos dela sobre o tecido fino. Ela gemeu. Ela era tão sensível, respondia a cada toque meu de uma maneira tão linda que me deixava maravilhado. Eu mordisquei os mamilos dela sobre o tecido do sutiã. E quanto mais eu brincava com os seios dela, mais o rebolar dela no meu colo ficava provocante. Nossos sexos estavam separados apenas por duas peças íntimas e eu podia sentir o calor e a umidade que se acumulava na intimidade dela. Com cuidado, eu afastei o sutiã e cobri o mamilo dela com a boca.
- Eu adoro quando você faz isso. - A confissão dela me fez sorrir.
Era bom ouvir, mesmo que o corpo dela já tivesse me dito que ela adorava sentia a minha boca nos seus seios. Mas essa noite a minha boca iria viajar por terras inexploradas. Euqueria experimentar mais, muito mais dela.
- Esse vestido é muito lindo, eu não quero que ele estrague. Acho que é melhor tirar, você não acha? - Eu perguntei porque queria que ela estivesse comigo, consentindo em cada passo. Ela fez que sim e ergueu os braços.
As minhas mãos subiram pelas suas pernas e juntaram o tecido no seu quadril. Enquanto eu beijava a sua boca, eu levava o vestido para cima devagar, deixando os meus dedos resvalarem em sua pele propositalmente, até que eu tirei a peça do seu corpo e joguei sobre o encosto do sofá. Se eu achei que o sutiã era uma obra de arte, o restante do conjunto de lingerie dela me faria infartar. Aquela cinta-liga com saia em tule transparente, com babados de renda na barra e um cinto que prendia na cintura com uma ficela dourada delicada fez os meus olhos saltarem das órbitas. As ligas verticais ajustáveis desciam pelas pernas dela e prendiam as meias sete oitavos pretas com renda.
- Eu não estava preparado para isso! - Eu ofeguei e ela riu.
- Gostou, Gracinha? - Ela perguntou cheia de si, ganhando confiança a cada vez que me percebia deslumbrado com ela. - E você ainda nem viu a parte de trás.
Ela estava me provocando e ela era boa nisso.
- Mas eu vou ver agora. Fica de pé, Giovana. - A minha voz era um comando baixo.
- Hum! A voz mandona do gerente do bar. Sabe que eu gosto! - Ela sorriu e me deu um selinho antes de sair do meu colo e ficar de pé em minha frente com as maão na cintura.
- Vai gostar mais aindado que o gerente vai fazer com você.
Eu me sentei na ponta do sofá e comecei a abrir as presilha das ligas, uma a uma, emquanto e beijava e lambia a pele dela no alto das coxas. Antes de abrir a fivela da saia, eu aproximei o nariz do sexo dela e inspirei profundamente o seu aroma doce. Era a primeira vez... era intoxicante, viciante, delicioso!
Seus gemidos era baixos, sexys e me deixavam louco, enquanto o seu líquido doce se derramava na minha boca. Seu corpo estremeceu nas minhas mãos, os seus dedos se emaranharam nos meus cabelos e ficou impossível me segurar, porque ela era perfeita e naturalmente sexy. Enquanto eu sentia o seu prazer na minha boca, eu abaixei a minha cueca e me deleitei com a sensação daquela intimidade nova que estávamos estabelecendo. Eu acabei gozando junto com ela sem nem ao menos estar dentro dela ainda.
Depois do último espasmo de prazer dela, eu respirei fundo o seu aroma, sentindo uma contantação inesxplicável. Eu sorri, estiquei o braço e perguei um guardanapo da bandeja sobre a mesinha, limpei a minha própria bagunça, coloquei a cueca no lugar e pairei sobre a Giobana que ainda estava de olhos fechados e ofegante. Eu a beijei com suavidade e quando me afastei ela abriu os olhos.
- Isso foi... incrível! - Ela sussurrou. - Foi bom assim pra você quando eu entrei naquele chuveiro essa semana? - A pergunta dela era genuína.
- Foi. Incrível. Perfeito. Gostoso demais. - Eu sussurrei.
Eu me deitei sobre ela, sentindo o calor do seu corpo nas minhas mãos que subiam e desciam pelo seu corpo. Eu levei as minhas mãos à nuca dela, desfazendo o laço que segurava o sutiã frente única. O movimento foi lento, quase um ritual. Eu senti a mudança da sua respiração quando a peça se soltou, a revelando por inteiro para mim. Eu segurei o seu rosto com cuidado, para que ela me olhasse, querendo que ela visse nos meus olhos que, para mim, aquele era o momento mais sagrado da minha vida.
- Você tem certeza? - Eu perguntei uma última vez, a voz falhando.
- Eu nunca tive tanta certeza de nada, Anderson. - Ela respondeu, me puxando para um beijo que selou qualquer dúvida restante. - Me leva pra cama! Eu estou pronta pra você.
Naquele momento eu me senti o homem mais feliz do mundo. Eu a peguei no colo, sentindo o peso leve e perfeito dela, e caminhei em direção à cama. Onde o tapete de pétalas e as luzes de fada criavam um universo só nosso. Deitá-la naqueles lençóis brancos, cercada pelo perfume das rosas, foi como colocar a joia mais preciosa do mundo no seu devido lugar.
A noite estava apenas começando, e o tempo, que lá fora corria implacável, ali dentro parecia ter decidido parar caprichosamente apenas para nos ver tornar um só.
N.A.:
Olá, queridos... como estão?
Notaram o tamanho desse capítulo hoje? Giganteee! É um mimo para vocês, para compensar a minha ausência dos comentários. Mas vocês seguem no meu coração!
Beijo estalado no coração, tropa!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor irresistível: O segredo do chefe
Pq está travado, não consigo ler os próximos capítulos, depois do 265 Que inclusive é a parte da giovana...
Por que o livro da Giovana e do Anderson está ficando em meio ao livro do Jose Miguel e da Eva. Ficou muito bagunçado isso...
Faltou apenas os três últimos capítulos completos, poderiam liberar ne?...
Porque não liberaram mais capítulos depois do 251?...