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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Anderson"

A Giovana passou a noite servindo mesas e dando especial atenção a mesa dos nossos amigos e família. Ela parecia tão cheia de energia e com aquele sorriso constante e piadinhas para mim, sempre que passava pelo balcão do bar, de onde eu a observava enquanto fazia o meu trabalho no tablet.

Por volta da meia-noite, quando o bar esvaziou e os nossos convidados se despediram, eu fui até ela.

- Cansada? - Eu sussurrou, tirando uma mecha de cabelo do seu rosto.

- Exausta. Mas com algo estranho que me deixa agitada... como se eu tivesse super poderes e pudesse conquistar o mundo. - Ela falou com um sorriso vibrante, passando os braços pelo meu pescoço.

- E você pode conquistar. Você está sentindo a energia da vitória. - Eu dei um beijo casto na testa dela antes de fazer o convite. - Eu quero te levar para a minha casa hoje. A Bianca foi para a casa de uma das meninas, o apartamento é só nosso. O que você acha? Pra você deixar o seu cheiro no meu travesseiro... talvez, sem roupas.

- Eu adoraria, Gracinha... te pegar na sua cama... terminar uma coisa que nós começamos no seu antigo quarto no início do nosso namoro e você saiu correndo para tomar um banho gelado. - Ela brincou, com aquele sorriso iluminando o seu rosto.

- Você leu os meus pensamentos! - Eu concordei.

Eu também me lembrei exatamente do que ela falava, o dia do aniversário dela, o primeiro que passamos juntos e eu a levei para conhecer minha família. Minha família. Uma sombra cruzou o meu pensamento, mas eu a tirei de lá, esta noite era tudo sobre a Giovana.

Nós saímos do bar naquele clima de promessa de uma noite com uns amassos espetaculares para comemorar o dia de glória da minha Ferinha. Ela estava animada rindo e contando sobre alguns clientes que tinha atendido. Enquanto eu só conseguia pensar no quanto eu queria ela comigo todos os dias... dormir, acordar e compartilhar a vida. Ela era o meu presente e o meu futuro.

Assim que entramos no meu apartamento, não houve tempo para conversas gentis. Eu estava no limite, com um desejo que beirava o desespero, como algo quase selvagem. Assim que eu a puxei para dentro e bati a porta do meu apartamento, o silêncio foi engolido pelo som das nossas respirações pesadas. O que sentíamos naquele momento era quase palpável.

Não houve gentileza. Eu a prensei contra a madeira da porta, minhas mãos encontrando o caminho por baixo da blusa dela, subindo pela pele quente das suas costas. O perfume dela estava misturado ao suor da pele revelando um cheiro que me deixava completamente irracional.

- Anderson... - Ela arfou quando eu deixei a sua boca para explorar o seu pescoço, a mantendo contra a porta fechada, minhas mãos explorando cada curva do seu corpo que eu agora conhecia como meu.

- Eu não consigo esperar, Gi. Hoje não. - Eu confessei já tirando aquele top que compunha o novo uniforme de garçonete do corpo dela. - Você é linda demais, Gi! - Eu sussurrei observando o seu torso nu banhado pela luz dourada do abajur aceso no canto da sala.

O sorriso dela era um convite e eu me perdi em sua boca outra vez enquanto abria o short de couro dela e empurrava para baixo. Eu a despi com pressa, sentindo o calor que emanava da sua intimidade, a umidade que provava que ela estava tão pronta quanto eu.

Mas claro que ela não era uma namorada passiva ou morna, a Giovana era toda explosão e fogo puro. Com o mesmo desespero que eu tirei a roupa dela, ela abriu a minha camisa e a tirou dos meus ombros, suas mãos me tocando em todos os lugares possíveis e a sua língua provocando a minha pele.

Minhas mãos brincaram com os seus seios, sentindo toda a delicadeza e perfeição deles nas pontas dos dedos, e enquanto eu a beijava com loucura, eu brincava com os seus mamilos. Ela empurrava os seios em minhas mãos, como se exigisse que eu lhe desse mais. Eu sabia que isso a deixava louca, tão sensível e tão perigosamente deliciosa. Ela era a minha total perdição.

- Anderson... eu preciso de mais do que isso... preciso da sua boca e... - Ela arfou, as pernas se entrelaçando na minha cintura com uma urgência que eu nunca tinha visto nela.

Eu não aguentei mais. Senti o meu próprio ápice chegar, avassalador e irreprimível, com uma força bruta, como se arremessasse o meu corpo numa velocidade que me deixou zonzo. Com um último impulso eu me enterrei fundo nela e me deixei ir, dentro dela, sentindo o corpo dela me prendendo, me provocando, me desejando, quente e molhado, perfeito! Eu me entreguei totalmente. Por alguns segundos, o mundo parou.

Eu me deixei cair, tentando não pesar demais sobre ela, lutando para voltar a respirar, enquanto ela também estava ofegante sob mim, seu hálito soprando quente na minha pele. Nós ficamos ali, entrelaçados no sofá, o suor esfriando. Eu nos virei no sofá com cuidado para segurá-la sobre o meu peito, sentindo a satisfação de ser completo com ela. Eu estava exausto e em paz.

- Você foi... incrível hoje. Mas você é incrível sempre. - Eu murmurei contra a pele dela, minha voz baixa roçando o ouvido dela. - Eu queria fazer isso desde o momento em que você abriu a boca naquele auditório. Toda poderosa. Você não imagina o tesão que me deu.

Ela riu, não respondeu com palavras, apenas puxou o meu rosto para o dela, me beijando como se ainda não estivesse satisfeita.

- Anderson, essa coisa de ser fodida gostoso pelo meu namorado... eu vou querer repetir. Foi... intenso!

- Foi perfeito! Com certeza nós vamos repetir. - Eu sorri. - Mas, Gi... não surta. Eu esqueci o preservativo. Me desculpa, eu... falhei.

- Gracinha, relaxa! Lembra que eu me preparei também? Eu tomo pílula. Vai ficar tudo bem. - Ela me acalmou e eu relaxei.

- Mas não é bom esquecer o preservativo. A pílula pode falhar.

- Mas ela não vai falhar hoje. - Ela decretou e eu confiei nas palavras dela.

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