Nanda também viu Helena. Seus olhos mostraram surpresa.
— Helena, que coincidência!
Helena sorriu levemente e respondeu:
— Eu estava passeando pelo parque e ouvi uma criança chorando. Fui ver o que estava acontecendo e, por acaso, a mamãe da Estella é você!
— Foi você que trouxe a Estella para cá? — Nanda olhou para Helena com gratidão. — Muito obrigada, de verdade.
Helena sorriu gentilmente.
— Não foi nada, só fiz o que qualquer um faria.
— Estella, agradeça à Helena. — Nanda sorriu para a filha.
Os grandes olhos brilhantes de Estella se voltaram para Helena, e a menina disse com uma vozinha doce:
— Obrigada, Helena.
— Que menina educada! — Helena elogiou, abaixando-se para acariciar a cabeça de Estella, com um sorriso caloroso no rosto.
Nanda segurou a mão da filha e continuou:
— Helena, muito obrigada mesmo. Deixe-me te agradecer convidando você para jantar hoje à noite.
— Não precisa. — Helena respondeu, com um sorriso discreto nos lábios.
— Como assim? Você está ocupada hoje à noite? — Nanda insistiu, cheia de entusiasmo. — Se não puder hoje, podemos marcar para amanhã. Quando você estiver disponível.
Helena balançou a mão, recusando com delicadeza:
— Não precisa, de verdade.
Nanda, porém, continuava insistindo. Diante de tanta gentileza, Helena não conseguiu recusar mais e, por fim, cedeu:
— Tudo bem... Hoje à noite eu tenho um compromisso. Que tal no próximo sábado à noite?
— Combinado. — Nanda respondeu com um sorriso radiante. — Então está marcado.
…
No País A, Beatriz caminhava pelas ruas, mas tinha a sensação de estar sendo seguida.



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Os comentários dos leitores sobre o romance: Após a volta da ex-namorada, a herdeira parou de fingir