No sábado, Helena voltou à Mansão Almeida para conversar com o médico de Carolina.
O médico sugeriu que ter uma amiga para brincar poderia realmente ajudar no tratamento dos problemas psicológicos de Carolina.
Helena se aproximou da irmã, abaixando o tom de voz para falar com delicadeza:
— Carolina, que tal eu te apresentar uma nova amiga para brincar com você?
Carolina apertou os lábios e perguntou baixinho:
— Que amiga?
— O nome dela é Estella. Ela é uma menina muito fofa, quase da sua idade.
— Mana, você gosta dela?
— Gosto, sim. — Helena sorriu. — A Estella é uma menina muito educada e doce, assim como você. Eu gosto muito da Estella, mas também gosto muito de você, Carolina.
Carolina sorriu, os olhos brilhando enquanto dizia com uma voz suave:
— Então eu quero ser amiga da Estella. Se você gosta dela, eu também vou gostar.
Helena acariciou a cabeça de Carolina com carinho.
— Que menina mais querida você é, Carolina.
De volta ao seu quarto, Helena pegou o celular e enviou uma mensagem para Percival.
Helena: [Carolina aceitou. Ela não pode sair de casa no momento. Quando sua tia estiver disponível, que tal trazer a Estella aqui para elas brincarem juntas?]
Percival: [Ótimo, que tal hoje à tarde?]
Helena: [Pode ser. O que a Estella gosta de comer? Vou comprar alguns lanchinhos e frutas para ela.]
Percival respondeu com uma lista dos petiscos favoritos de Estella.
Percival: [Vou perguntar à minha tia a que horas ela está disponível e te aviso o horário exato.]
Helena: [Combinado.]
…
Por volta das três e meia da tarde, Percival chegou à mansão da família Almeida, dirigindo-se até a entrada com Estella.
Ele segurava a mão da menina enquanto dizia:
— Dra. Helena, minha tia teve um compromisso de última hora e pediu que eu trouxesse a Estella.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Após a volta da ex-namorada, a herdeira parou de fingir