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Após a volta da ex-namorada, a herdeira parou de fingir romance Capítulo 450

O coquetel terminou.

No caminho de volta para casa, Leonidas perguntou a Helena:

— Helena, como foi a conversa com o Elder?

Helena desconversou:

— Foi boa. Nós até trocamos contatos.

Ao ouvir isso, Leonidas enxergou uma oportunidade e, animado, comentou:

— Que ótimo! A família dele é tão boa quanto a nossa. O Elder é jovem, talentoso e tem presença. Vocês dois poderiam tentar algo, quem sabe.

Helena manteve a expressão neutra e respondeu com uma voz calma:

— Essas coisas devem acontecer naturalmente. Sentimentos não podem ser forçados.

Leonidas insistiu:

— Sentimentos se constroem com o tempo. Se vocês passarem mais tempo juntos, a conexão vai surgir.

Helena continuava com o semblante impassível, mas sua voz ficou um pouco mais firme:

— Pai, eu já te disse antes. No momento, o foco da minha vida é minha carreira.

Leonidas percebeu que Helena estava ficando aborrecida. Ele suspirou e decidiu não insistir no assunto.

Quando chegaram em casa, Helena subiu as escadas com um semblante frio. Ao cruzar com Fernanda, limitou-se a cumprimentá-la com um aceno de cabeça.

Fernanda respondeu com um sorriso, mas, assim que Helena sumiu do campo de visão, ela olhou para Leonidas e perguntou:

— O que aconteceu com a Helena? Ela pareceu tão contrariada.

Leonidas sentou-se no sofá da sala de estar enquanto um dos empregados lhe servia uma xícara de café.

— No coquetel, apresentei o filho do Severino para ela. No caminho de volta, fiz alguns comentários sobre isso, e ela ficou irritada.

Fernanda franziu a testa e sentou-se ao lado de Leonidas.

No caminho, passou em frente a uma loja de roupas femininas e foi atraída por uma peça no manequim da vitrine.

Era um vestido longo azul-claro, com alças de amarração no pescoço, feito de um tecido leve e esvoaçante, perfeito para um clima de praia ou um passeio de verão.

Helena ficou encantada com o vestido à primeira vista e decidiu que ele seria perfeito para usar no sábado, na festa de aniversário de Raquel, que seria realizada em um iate.

Ela entrou na loja. A atendente, ao reconhecê-la usando uma peça de alta costura, imediatamente sorriu e a recebeu com entusiasmo:

— Seja bem-vinda!

A funcionária aproximou-se, com um olhar cheio de admiração, e perguntou educadamente:

— Posso ajudá-la com algo?

Helena apontou para o vestido azul na vitrine.

— Esse vestido, por favor. Pode embrulhá-lo para mim.

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