Larissa puxou o ar devagar.
Os dedos se fecharam na palma da mão, e ela já ia empurrar a porta para entrar.
Dessa vez, perguntaria cara a cara o que Arthur estava fazendo.
Então, a voz dele atravessou a porta, carregada de uma raiva contida:
— Se você está doente, vai se tratar.
O sorriso de Pamela desapareceu.
Os olhos ficaram vermelhos quase no mesmo instante, e ela o encarou com ódio.
— Se eu fiquei assim, foi você que me levou a isso!
Anos atrás, Arthur disse que, depois de perder a mulher de quem gostava, não aceitaria simplesmente ficar com outra.
Pamela acreditou nele.
E esperou cinco anos.
Mas, cinco anos depois, Arthur acabou ao lado justamente da ex-noiva do próprio irmão.
Para Pamela, aquilo era uma humilhação impossível de engolir.
Ela odiava aquilo.
Odiava Larissa.
— Saia daqui agora. — Arthur a advertiu, frio. — E não deixe Larissa ver você.
Pamela soltou uma risada amarga.
— Eu não vou a lugar nenhum. E o que você vai fazer?
Seus olhos ficaram cada vez mais sombrios.
— Você é meu. Que direito ela tem de ficar com você? Eu não vou deixar aquela mulher ser feliz!
A última réstia de paciência desapareceu do rosto de Arthur.
Ele agarrou Pamela pelo pescoço e a imobilizou contra a parede.
— Então escuta bem.
Sua voz saiu baixa, cortante.
— Ela não me roubou de ninguém.
Os olhos escuros se fixaram nos dela.
— Fui eu que finalmente consegui ficar com ela.
Do lado de fora, os olhos de Larissa se abriram um pouco mais.
A mão, já erguida diante da porta, congelou no ar.
O que Arthur quis dizer com aquilo?
Será que...
— Arthur!
Pamela desabou.
As lágrimas começaram a cair enquanto ela o encarava, quase fora de si.
— E eu? O que eu sou para você?
Arthur respondeu sem qualquer hesitação:
— Um erro.
Não havia calor algum em sua voz.
— Se eu soubesse que você ia se prender a mim e me perseguir desse jeito, naquele dia eu preferia morrer a deixar você levar aquela facada por mim.
Pamela ficou paralisada.
Por um instante, pareceu nem conseguir respirar. As lágrimas despencaram de vez.
— O que você está dizendo? Você... me odeia tanto assim?
— Foi você que decidiu se meter entre mim e ela.
O rosto de Arthur estava gelado, e seus olhos escuros pareciam ainda mais profundos sob aquela raiva controlada.
Então cada palavra saiu com uma nitidez assustadora:
— Se você tocar nela, eu mato você.
Pamela começou a rir no meio do choro.
Uma risada quebrada, quase histérica.
— Está bem! Muito bem!
Ela o encarou com os olhos tomados pelo desespero.
— Já que é assim, Arthur, eu quero ver o que você vai fazer se eu matar ela.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...