Augusto deixou o restaurante a passos largos e entrou no Rolls-Royce preto que o aguardava em silêncio junto ao meio-fio.
Gael abriu a porta para ele. Só depois que Augusto se acomodou no banco traseiro, fechou a porta e correu para o assento da frente.
Mal entrou no carro, seu semblante já denunciava que trazia uma notícia ruim.
— Senhor... os seguranças ligaram agora há pouco. A Srta. Pamela fugiu.
Gael manteve os olhos baixos, sem coragem de encarar Augusto diretamente.
Como esperava, o olhar que veio do banco traseiro cortou o interior do carro.
— Pra que eu pago tanta gente? — A voz de Augusto desceu vários graus. — Um grupo inteiro de homens não consegue vigiar uma mulher?
Gael se virou com cautela.
— Ela colocou alguma coisa na bebida deles. Esperou o efeito e aproveitou pra fugir.
O maxilar de Augusto se contraiu.
A pressão dentro do carro aumentou de tal forma que até Gael escolheu as próximas palavras com cuidado.
— Já estão procurando. Devem localizar ela logo. Só que...
Augusto abriu os olhos.
— Fala.
— O Sr. Josué tentou ligar para o senhor e não conseguiu. Então ligou pra mim.
Gael fez uma breve pausa.
— Ele quer que toda a repercussão na internet seja controlada em até três dias. E também mandou tirar a Srta. Pamela de Asteria.
Um riso baixo, sem qualquer humor, escapou de Augusto.
— Interessante.
Ele recostou a cabeça no banco e fechou os olhos.
Por alguns instantes, só o ruído abafado da cidade atravessou o silêncio do carro.
— Pra ele, desde que poder e patrimônio continuem intactos, qualquer pessoa pode ser sacrificada.
A frase veio fria, sem surpresa. Só havia desprezo.
Augusto permaneceu assim por mais alguns segundos antes de voltar a falar.
— Aumentem a pressão sobre as plataformas. Derrubem as matérias, controlem a repercussão e encontrem Pamela o quanto antes.
Gael assentiu.
Augusto, porém, ainda não terminou.
— E quero um ataque coordenado contra todos os negócios do Grupo Moretti.
Gael ergueu os olhos.
— Entendido.
Um brilho duro atravessou o rosto de Augusto.
— Ah, e não precisa esconder demais.
Seus lábios se curvaram num sorriso curto.
— Basta Arthur perceber.
Gael conhecia bem demais a maneira de agir do chefe para precisar de qualquer explicação.
Aquilo não era apenas retaliação. Era uma mensagem.
— Vou cuidar disso agora.
Quando Larissa e Arthur terminaram o jantar, Aurimare já estava mergulhada na noite.
Dessa vez, Arthur assumiu o volante e seguiu em direção ao Serenora.
Larissa baixou o vidro do lado do passageiro e deixou o vento noturno entrar.
A brisa passou por seus cabelos e tocou seu rosto enquanto ela olhava para fora.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...