Leandro levou Alisa em direção ao carro, mas ela não parava de olhar para trás.
— A gente vai deixar a Lari sozinha com aquele homem? Tem certeza de que ela vai ficar bem?
— O Sr. Augusto tem cara de quem come gente no café da manhã, eu sei. Mas não vai fazer nenhuma loucura com a Srta. Larissa.
Alisa assentiu. A resposta conseguiu tranquilizá-la um pouco.
Enquanto isso, Larissa observava Augusto se aproximar.
— Já pensou na minha proposta, Sr. Augusto?
— Tanta pressa por quê? — Ele parou diante dela. O terno preto, feito sob medida, acompanhava a largura de seus ombros, e uma corrente metálica reluzia discretamente junto ao pescoço. — Está com medo de não conseguir segurar o Grupo Moretti?
Larissa deixou os lábios se curvarem, mas o sorriso não chegou aos olhos.
— Estou preocupada é com o estrago. Quando dois lados resolvem se destruir, ninguém sai inteiro.
Não havia nada de frágil naquela mulher diante dele. Larissa sustentava seu olhar com a mesma firmeza com que acabava de lhe fazer uma ameaça.
Augusto pareceu se divertir ainda mais.
Seu olhar passou rapidamente por cima do ombro dela. Ao perceber uma figura alta se aproximando a passos largos, inclinou-se, levando o rosto perigosamente perto do de Larissa.
— Agora fiquei curioso... Quero ver até onde você iria pra levar todo mundo pro fundo.
Larissa se surpreendeu com a proximidade e recuou instintivamente a cabeça.
— Larissa.
A voz grave veio de trás.
Antes que ela pudesse se virar, uma mão se fechou em torno de seu braço, puxando-a para longe de Augusto.
Quando recuperou o equilíbrio, estava ao lado de Arthur.
Aquele rosto que conhecia tão bem continuava absurdamente bonito, mas não restava nele nenhum vestígio da ternura habitual. Os olhos negros estavam carregados de uma fúria que ele sequer tentava disfarçar.
— Sra. Vasconcelos, precisa aprender a não dar conversa a estranhos.
Larissa percebeu a hostilidade dirigida a Augusto. Os dedos de Arthur apertavam seu braço a ponto de doer, e ela se desvencilhou com cuidado.
— Tá...
Augusto acompanhou a cena com um brilho divertido nos olhos.
— O Sr. Arthur machuca alguém da minha família e agora finge que nem me conhece? Pelo visto, sua fama não é exagero. Um verdadeiro carrasco sem coração.
Arthur o encarou sem alterar a expressão.
— Depois de tudo que os Duarte fizeram, já estava na hora de sofrerem as consequências.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Por favor! O.livro é excelente mas precisa terminar!!! Chega de esticar tantooooooo!!!+...
Adianta aí!!! Larissa precisa descobrir seu verdadeiro Salvador e eterno amor!Arturrrrrrr!!...
Confesso que é desolador ler um livro em andamento! Comecei esse sem saber se estava finalizado! Logo descobri que não! Muito chato aguardar as migalhas dos capítulos!...
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...