A esperança de ver Samuel finalmente acordado deixou Larissa num misto de alegria e ansiedade durante todo o trajeto. Chegou ao hospital o mais depressa que pôde e, ao avistar Arthur conversando com o professor Valério diante do quarto, correu até os dois.
— Meu avô acordou?
A pergunta saiu antes mesmo que recuperasse o fôlego.
Desde que Samuel entrou em coma, Larissa vivia entre o medo de perdê-lo e a culpa pelo que aconteceu. Não houve um único dia em que deixasse de desejar vê-lo abrir os olhos. Agora, tão perto daquela possibilidade, mal conseguia controlar o tremor das mãos.
Arthur encontrou a esperança estampada no rosto dela, e suas sobrancelhas se contraíram.
— Larissa, primeiro, preciso te explicar uma coisa...
Ele nem terminou.
Bastou aquela expressão para o sangue fugir do rosto de Larissa.
— Explicar o quê? — A voz lhe saiu trêmula. — Se for notícia ruim, não me conta. Eu mesma vou entrar e ver.
Tentou passar por ele, mas Arthur segurou seu braço e a puxou para um abraço.
O pouco de esperança a que Larissa se agarrava pareceu ruir de uma vez. Ela começou a se debater, desesperada para alcançar a porta.
— Me solta! Eu quero entrar...
— Arthur, você disse que meu avô acordou! Me deixa ver ele!
Empurrou o peito dele, tentou escapar de seus braços, arranhou sua pele. Nunca lutou com tanta força.
Arthur a apertou contra si, mantendo uma das mãos firme em sua nuca. As unhas de Larissa rasgaram a pele de seu pescoço, deixando no ar um leve cheiro metálico de sangue, mas ele não a soltou.
Ela continuou lutando, até que o desespero lhe consumiu as últimas forças. Os braços perderam a resistência e seu corpo acabou cedendo contra o dele. Larissa puxou uma longa inspiração, tentando recuperar o ar.
— Arthur... — A voz saiu pequena, quase sem força. — Você disse que meu avô acordou...
Ergueu o rosto. Os olhos estavam vermelhos e úmidos, e havia tanta esperança ferida naquela expressão que Arthur sentiu a garganta se contrair.
A mão dele percorreu suas costas num carinho lento, enquanto procurava as palavras para não lhe causar ainda mais dor.
— Ele acordou, sim, Larissa. Por alguns instantes... — A voz grave saiu rouca, suavizada pelo cuidado. — Mas ninguém esperava que voltasse a entrar em coma.
Arthur não imaginou que a melhora fosse durar tão pouco. Quando Samuel abriu os olhos, a alegria foi tanta que ligou imediatamente para Larissa. Mal desligou, porém, o velho senhor voltou a perder a consciência.


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Por favor! O.livro é excelente mas precisa terminar!!! Chega de esticar tantooooooo!!!+...
Adianta aí!!! Larissa precisa descobrir seu verdadeiro Salvador e eterno amor!Arturrrrrrr!!...
Confesso que é desolador ler um livro em andamento! Comecei esse sem saber se estava finalizado! Logo descobri que não! Muito chato aguardar as migalhas dos capítulos!...
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...