— Arthur...
O nome saiu num fio de voz, rouco, enquanto Larissa conseguia abrir apenas uma fresta dos olhos.
— Larissa... Você acordou mesmo... Acordou!
Uma gota fria caiu sobre o dorso de sua mão.
Arthur se levantou às pressas para apertar o botão de chamada. Entre a névoa que ainda lhe turvava a visão, Larissa distinguiu a agitação dele, aquela alegria quase incrédula que mal conseguia conter.
Mas estava exausta. Não era apenas o corpo. Até manter os olhos abertos exigia uma força que já não encontrava em si.
As pálpebras voltaram a pesar, e ela mergulhou outra vez no sono.
Quando despertou novamente, já passava da meia-noite.
A luz suave do quarto iluminava Arthur, sentado junto à cama. Ele continuava ali, sem sair de perto dela.
Larissa o observou, ainda meio perdida entre o sono e a realidade.
Durante todo aquele tempo em que permaneceu inconsciente, uma voz chegou até ela, falando sem parar, tentando alcançá-la através da escuridão.
Era a voz dele.
— Larissa, acordou? Está sentindo alguma coisa? — Arthur percebeu que ela abriu os olhos e se inclinou imediatamente para perto.
A luz do teto projetava sombras sobre seu rosto, escondendo parte da expressão. Mas nem a penumbra conseguia disfarçar o alívio que lhe brilhava nos olhos, misturado àquela ternura que Larissa conhecia tão bem.
— Não...
Ela balançou a cabeça. A voz saiu tão rouca que quase não se ouviu.
Tentou mudar de posição, mas descobriu que mal conseguia mover o corpo. Uma agulha estava presa ao dorso de sua mão, ligada ao soro que ainda recebia.
Arthur apoiou delicadamente a palma sobre seu ombro, impedindo que fizesse esforço.
— Calma. É a última bolsa de soro nutritivo. O médico disse que seu corpo chegou ao limite, que você está completamente esgotada. Vai precisar de um bom tempo de descanso pra recuperar as forças.
Aos poucos, as lembranças voltaram.
O hospital. O avô. A notícia de que ele acordou, seguida pela decepção de encontrá-lo inconsciente outra vez...
Larissa murmurou um assentimento e pediu água.
Arthur logo serviu um copo, elevou a cabeceira da cama e a ajudou a beber, cuidando para que não precisasse fazer esforço.
— Está com fome? Posso buscar alguma coisa pra você comer.
— Não estou com fome.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Por favor! O.livro é excelente mas precisa terminar!!! Chega de esticar tantooooooo!!!+...
Adianta aí!!! Larissa precisa descobrir seu verdadeiro Salvador e eterno amor!Arturrrrrrr!!...
Confesso que é desolador ler um livro em andamento! Comecei esse sem saber se estava finalizado! Logo descobri que não! Muito chato aguardar as migalhas dos capítulos!...
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...