Quando Arthur chegou ao restaurante, seus homens já procuravam Larissa por toda parte, sem encontrar sinal dela. Ele mandou Pedro descobrir onde ela estava.
E Pedro encontrou a resposta quase no mesmo instante: Larissa estava num hotel ali perto. E quem a levou foi Ciro.
— Vamos. Agora.
Assim que entrou no carro, Arthur seguiu direto para o hotel.
Mal o veículo parou diante da entrada, o celular tocou.
Era Larissa.
O peito de Arthur se fechou de uma vez.
— Larissa, como você está?
Do outro lado, a voz veio fraca, entrecortada por uma respiração pesada, sofrida:
— Arthur... me salva...
O coração dele afundou ainda mais.
— Você está no hotel?
Larissa reuniu o pouco de lucidez que ainda lhe restava e tentou firmar a voz, mesmo à beira do colapso.
— ...Estou.
— Não fica com medo. Eu já cheguei. Não vou deixar nada acontecer com você...
A voz de Arthur desceu macia, segura, como se quisesse arrancá-la daquele terror só com a força do tom.
— Você sabe o número do quarto?
— N-não sei...
O nariz de Larissa ardeu. O choro quase rompeu de vez.
A cabeça ainda girava sem parar. Ela já não sabia direito onde estava, nem para que lado ficava a porta. Mas, ao ouvir a voz de Arthur, todo o medo que vinha segurando por dentro se espalhou sem defesa.
Naquele momento, ela só queria uma coisa.
Queria que ele chegasse.
Queria que fosse ele a tirá-la dali.
Do outro lado da linha, Arthur continuou a acalmá-la, paciente, firme, como se a estivesse amparando com as próprias mãos:
— Não tenha medo, Larissa. Eu estou aqui. Já vou chegar até você. Não vou deixar ninguém tocar em você.
Assim que terminou de falar, Arthur lançou um olhar cortante para Pedro. Os dedos que seguravam o celular estavam tão tensos que os nós ficaram brancos.
— O número do quarto.
Pouco depois, um ruído abafado atravessou a ligação.
Larissa tinha empurrado o celular para debaixo do travesseiro.
Nesse instante, Ciro saiu do banho. Trazia só uma toalha presa à cintura, deixando à mostra o desenho firme dos músculos, limpos, bem marcados.
Em outro tempo, Larissa talvez até tivesse olhado.
Agora, só sentia nojo.
— Ciro, eu vou dizer isso pela última vez. Nós terminamos. Você não vai encostar em mim.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...