Ainda bem.
Ainda bem que ela tinha Arthur.
Depois de secar as lágrimas dela, Arthur a fitou em silêncio por um instante.
— Desta vez, você agiu certo. Da próxima, se alguma coisa te deixar insegura, fala comigo. Ou me chama antes e decide junto comigo.
Larissa percebeu a preocupação dele. E percebeu também aquela suavidade estranha, embora, nos últimos dias, ela já tivesse começado a se tornar familiar.
Um calor espesso se espalhou devagar por seu peito.
Principalmente quando seus olhos pararam no rosto de Arthur.
Bonito demais. Bonito de um jeito que parecia não admitir comparação.
O coração de Larissa disparou.
Não como antes.
Mais forte. Muito mais forte do que em qualquer outro momento.
Talvez fosse isso.
Talvez seu coração tivesse, enfim, se inclinado para ele.
Só que Larissa não sabia dizer com certeza se era mesmo assim que aquilo começava.
Ao notar a sombra em seu rosto, Arthur pensou que ela ainda estava presa ao medo do que aconteceu à tarde. Não quis apertá-la mais.
— Está com fome? O que você quer comer? Eu faço.
— Qualquer coisa pra mim está bom.
— Certo. Vai lavar o rosto. Já fica pronto.
A mão dele pousou de leve em seu ombro. Só depois que viu Larissa assentir é que ele saiu do quarto.
Meia hora depois, já lavada e um pouco mais refeita, Larissa desceu.
Sobre a mesa, havia uma tigela de lámen de carne, com um ovo por cima e um toque de cebolinha salpicado no final. O aroma subia quente, apetitoso, reconfortante.
Larissa se surpreendeu.
— Foi você que fez?
Arthur confirmou com um aceno breve.
— Morei três anos fora. Acabei me acostumando a cozinhar.
O cheiro do caldo, da carne e da massa fez o estômago de Larissa se contrair de fome. Um ronquinho baixo escapou antes que ela pudesse disfarçar. Então ela levou os hashis à boca e provou.
Bastaram duas garfadas.
Ela ergueu os olhos, surpresa de verdade.
— Está delicioso.
O elogio saiu inteiro, sem reserva.
E, por um instante, a sombra que Ciro deixou nela perdeu força.
— Então come mais. Você vai precisar estar bem para resolver o que vem agora.
Um leve sorriso tocou a boca de Arthur. Havia calor em seu olhar.
As mangas da camisa branca estavam dobradas até os cotovelos. A calça social preta caía nele com aquela elegância sem esforço que, em vez de afastar, só o tornava ainda mais perigoso. Havia nele algo sereno e sólido, uma presença que dava vontade de encostar e ficar.
O pensamento surgiu na mente de Larissa quase sem aviso:

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...