A primeira coisa que percebi quando o carro parou foi o portão.
Enorme.
De ferro.
Ele se abriu lentamente quando o carro se aproximou.
Eu olhei pela janela, surpresa.
— Onde estamos?
— Na minha casa — respondeu Adrian.
Casa.
Aquilo parecia mais uma mansão.
O carro seguiu por um caminho iluminado por pequenas luzes no jardim.
A propriedade era gigantesca.
Árvores perfeitamente alinhadas.
Uma fonte no centro da entrada.
Quando o carro finalmente parou, eu fiquei alguns segundos sem conseguir sair.
— Isso é um pouco… exagerado — murmurei.
Adrian abriu a porta do carro.
— Eu já ouvi isso antes.
Saí do carro lentamente.
A mansão era ainda mais impressionante de perto.
Janelas enormes.
Arquitetura moderna.
Parecia algo saído de um filme.
— Você realmente mora aqui sozinho?
— Na maior parte do tempo.
Caminhamos até a entrada.
Antes mesmo de Adrian tocar a campainha, a porta se abriu.
Um homem mais velho apareceu.
— Boa noite, senhor Montenegro.
— Boa noite, Carlos.
O homem olhou para mim com curiosidade discreta.
— Esta é Lívia.
Carlos fez um pequeno gesto educado com a cabeça.
— Muito prazer.
— Prazer — respondi.
Entramos.
O interior da casa era ainda mais impressionante.
Piso de mármore.
Escadas elegantes.
Uma enorme janela com vista para o jardim.
Eu me senti completamente fora de lugar.
— Você pode ficar no quarto de hóspedes — disse Adrian.
— Obrigada.
Subimos as escadas.
Ele abriu uma porta no corredor.
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