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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 101

O clima estava tenso entre os dois, como se o próprio riacho tivesse parado para observar o que acontecia. O coração de Lila batia tão rápido que parecia que iria escapar do peito. O peito subia e descia em um ritmo irregular, cada respiração mais curta do que a anterior, enquanto o olhar de Taylor, fixo nela, a fazia sentir que não havia escapatória.

O silêncio entre eles era ensurdecedor, nenhum dos dois ousava dizer uma só palavra. Amanda já não estava mais lá. Catarina e Maurício riam ao fundo, alheios à guerra silenciosa que acontecia entre Lila e Taylor, mas, para os dois, o mundo havia desaparecido.

A tensão no ar ainda vibrava quando Lila decidiu que precisava sair dali. O coração batia rápido demais, o peito subia e descia de forma irregular, e o olhar de Taylor grudado no seu fazia tudo dentro dela parecer uma bagunça. Com um último suspiro, ela respirou fundo e começou a caminhar em direção à margem do riacho, sentindo a água fria escorrer pelas pernas. Cada gota que descia pelas pernas, cada respingo gelado, contrastava violentamente com o fogo que subia pelo corpo, alimentado pelo jeito que ele a olhava.

Lila respirou fundo, mas o ar parecia insuficiente.

O sol batia forte, refletindo nos fios de cabelo molhados que grudavam na pele clara, deixando-a ainda mais deslumbrante sem perceber. Cada passo que dava, lenta e silenciosamente, parecia ecoar mais do que o som da correnteza.

Sentia-se exposta, vulnerável… e não apenas por causa do olhar dele. A lingerie preta rendada abraçava cada curva do seu corpo. Ela não imaginava que iria nadar no riacho, e escolheu umas das peças mais ousadas e provocantes de sua gaveta e se amaldiçoava profundamente por isso agora. O tecido úmido colava-se à pele, realçando ainda mais cada detalhe: a delicadeza dos ombros, a curva suave da cintura, o contorno perfeito dos seios delineados pelo sutiã. A renda desenhava caminhos sutis sobre a pele clara, e as alças finas escorriam preguiçosamente pelos ombros úmidos.

Taylor estava parado na margem, sentado sobre uma pedra, completamente imóvel, mas por dentro, ele estava em colapso. O chapéu pendia na cabeça, os polegares presos no cinto, o peito subia e descia de forma irregular. E os olhos… os olhos queimavam. O azul, normalmente calmo, estava mais escuro, intenso, faminto. Ele tentava manter o controle, mas falhava miseravelmente.

O maxilar travado, as narinas inflando discretamente. O olhar dele percorreu o corpo dela devagar, descendo pelo pescoço, acompanhando o caminho de uma gota que deslizava pelo colo até desaparecer entre os seios, descendo pela cintura até a curva do quadril, onde a calcinha rendada colava como uma segunda pele.

Taylor fechou os olhos por um instante, como se precisasse recuperar o fôlego, mas quando abriu de novo, a intensidade havia dobrado. O desejo estampado no rosto dele era impossível de disfarçar.

E, então, baixinho, quase num sussurro rouco que escapou por entre os dentes, ele praguejou:

— Arriégua…

Lila ouviu. E aquilo foi o suficiente para fazer o estômago dela revirar e o calor subir ainda mais.

Quando finalmente chegou à beira, Taylor deu um passo instintivo à frente, quase automático, como se o corpo dele se movesse sozinho. Pegou uma toalha branca pendurada num galho próximo, mas, antes de estender, seus olhos viajaram por ela mais uma vez, devorando cada detalhe como se quisesse gravá-la na memória.

O cowboy, sempre tão confiante, de repente parecia perdido. Respirava fundo, tentando recuperar o controle, mas o desejo estampado no rosto o traía. A mão grande apertava a toalha com força e era possível ver o nó branco se formar em seus dedos. Quando finalmente estendeu o tecido para ela, abriu a boca para dizer algo… mas nada saiu, nem uma palavra.

Lila percebeu.

Percebeu o olhar pesado, os punhos fechados, a respiração descompassada. E isso só fez o rosto dela corar ainda mais. Mordendo o lábio inferior, hesitou por um segundo antes de erguer os olhos para encontrá-lo e quando fez, o mundo pareceu parar. O vento cessou, os sons do riacho sumiram, tudo se reduziu àquele instante.

— Obrigada… — murmurou baixinho, com a voz trêmula, ao pegar a toalha.

Mas Taylor não soltou.

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