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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 133

Antes que ela pudesse responder, ele capturou os lábios dela num beijo profundo, quente e lento, como se o tempo tivesse parado. A água fria ao redor contrastava com o fogo que queimava entre os dois, e Lila sentiu o corpo inteiro estremecer.

Ao fundo, Catarina e Maurício trocavam olhares cúmplices, mas Catarina não resistiu e comentou em tom baixo, só para provocar:

— É, Montgomery… depois dessa, você não vai sair viva daqui.

Lila, sem conseguir conter o rubor, enterrou os dedos na nuca de Taylor, correspondendo ao beijo com a mesma intensidade, enquanto o mundo ao redor desaparecia.

O beijo entre Lila e Taylor foi interrompido quando Catarina pigarreou alto, com aquele sorrisinho safado que sempre anunciava problemas. Ela os encarou por alguns segundos, balançando a cabeça como quem se diverte com a cena, e então disse, sem a menor vergonha:

— Agora, vocês dois vão dar licença… porque eu vou ali transar com o meu namorado.

Lila engasgou no ar, arregalando os olhos, sentindo o rosto pegar fogo na mesma hora.

— CATARINA! — gritou, incrédula.

Maurício, que ainda a segurava pela cintura, ficou completamente vermelho, arregalando os olhos como se não acreditasse no que tinha acabado de ouvir:

— Catarina! Pelo amor de Deus… — murmurou, tentando disfarçar o riso nervoso.

Taylor, por outro lado, caiu na gargalhada, jogando a cabeça para trás. O som profundo e despreocupado dele ecoou pelo riacho, fazendo Lila sentir o peito acelerar ainda mais.

— Você não tem filtro, tem? — Taylor comentou, ainda rindo, olhando para a irmã.

Catarina apenas deu de ombros, com o ar mais inocente do mundo, enquanto puxava o braço de Maurício.

— Não, querido. E nem quero ter. — Disse, piscando para Lila, só para provocá-la. — Se quiserem continuar se devorando, fiquem à vontade. Mas o meu pedaço do riacho vai ser reservado agora.

Sem dar tempo para qualquer resposta, Catarina puxou Maurício pela mão, arrastando-o para um canto mais escondido entre as pedras e a vegetação, rindo alto quando ele resmungou alguma coisa sobre “falta de vergonha”.

O silêncio voltou por um instante, quebrado apenas pelo som da correnteza. Lila ainda estava atônita, o rosto completamente corado, tentando processar o que tinha acabado de acontecer.

Foi quando sentiu Taylor se mover.

Ele virou de frente para ela, e a encarou com aqueles olhos azuis que ardiam de desejo, e passou a língua pelos lábios antes de falar, com a voz rouca e arrastada:

— E você, senhorita Montgomery… — disse, inclinando-se para mais perto, fazendo sua respiração quente bater contra a pele molhada do pescoço dela. — O que acha da gente fazer o mesmo?

Lila abriu a boca, mas nenhuma palavra saiu. O coração batia descompassado, e a água fria ao redor parecia ter perdido todo o efeito.

Taylor sorriu de canto, vendo a hesitação dela, e puxou o corpo de Lila contra o dele, deixando-a sentir cada linha do abdômen definido, e cada respiração pesada.

— Hein, princesa? — murmurou, roçando os lábios na orelha dela. — Só nós dois… nesse cantinho do riacho… ninguém precisa saber.

Lila engoliu em seco, tentando desviar o olhar, mas o calor que percorria seu corpo denunciava que a proposta mexeu com ela mais do que deveria.

— Taylor… — ela sussurrou, quase sem voz.

Lila sentiu o corpo inteiro estremecer com aquelas palavras.

— A gente não devia… — tentou argumentar, mas a voz falhou no meio.

Taylor sorriu, um sorriso lento, carregado de perigo.

— Não devíamos… mas você quer. — Ele aproximou ainda mais os lábios do ouvido dela, deixando que o hálito quente provocasse um arrepio delicioso na pele. — Quer que eu prove?

Sem esperar resposta, Taylor desceu os dedos pela lateral do corpo dela, arrastando devagar, quase sem tocar, deixando um caminho de arrepios por onde passava. Os músculos de Lila se contraíram de imediato, e ela fechou os olhos, mordendo o lábio inferior para não soltar um som.

Ele percebeu e, claro, aproveitou.

— Morde o lábio assim de novo e eu juro que vou te pegar aqui mesmo, Montgomery… — ele murmurou, com um sorriso malicioso, fazendo o queixo dela levantar só com um toque. — Acha que eu tô brincando?

Lila arfou, perdida entre o medo de serem pegos e a vontade irresistível de ceder.

Lá no canto, entre as pedras, Catarina e Maurício estavam ocupados demais para perceber qualquer coisa. O riso abafado de Catarina e o som da água disfarçavam o que estava acontecendo no lado oposto do riacho.

Taylor percebeu a hesitação dela e inclinou a cabeça, aproximando os lábios dos dela, roçando-os sem realmente beijá-la. Ele a provocava de propósito, deixando o contato no limite, sem dar o que ela queria.

— Sabe qual é o problema, princesa? — ele sussurrou, quase colado à boca dela. — Você gosta do jeito que eu te deixo assim… tremendo, sem ar… só minha.

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