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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 162

Taylor não suportou mais o jogo perigoso entre beijos, provocações e a fúria disfarçada de Lila. Com um movimento brusco, abriu a porta do carro e, antes que ela pudesse protestar, a puxou para dentro. A força dele a envolveu como um laço inquebrável, e logo ela estava sobre o colo dele, encaixada contra a dureza pulsante que se erguia sob o jeans apertado.

— Taylor! — Lila arfou, tentando parecer contrariada, mas a voz saiu trêmula, carregada de um prazer que denunciava cada fibra de seu corpo.

Ele não lhe deu chance de fugir. As mãos grandes deslizaram firmes por suas coxas, empurrando a saia para cima com lentidão calculada, como se quisesse prolongar a tortura. O toque dele queimava, a cada centímetro da pele exposta, deixando marcas invisíveis que só pertenciam a ele.

O corpo dela reagia sozinho, o coração acelerado, o peito subindo e descendo em respirações entrecortadas. As pernas, trêmulas, se abriram mais sobre o colo dele, permitindo que ele explorasse cada vez mais fundo.

Lila, tomada pelo ímpeto, levou a mão ao cinto da calça de Taylor. Seus dedos trêmulos trabalharam o couro e o metal, o som do fivelo tilintando no silêncio abafado do carro. Ela desabotoou, abriu o zíper e libertou o membro dele, rígido e quente, latejando contra sua mão.

Taylor deixou escapar um gemido grave, rouco, que vibrou no ouvido dela como uma promessa indecente.

— Olha só o que você faz comigo, princesa…

Sem mais paciência, ele afastou a calcinha dela para o lado e a guiou em seu colo. Com um único movimento, a penetrou fundo, brutal, fazendo-a jogar a cabeça para trás e gemer alto. O carro inteiro pareceu estremecer com a intensidade.

— Meu Deus… — Lila arfou, com as mãos agarradas aos ombros largos dele.

Ele segurou firme sua cintura e começou a guiá-la, movendo-a para cima e para baixo em um ritmo intenso. O carro rangia, o estofado do banco reclamava, mas nada podia competir com os gemidos dela, cada vez mais altos, misturados aos grunhidos roucos dele.

— Isso… me mostra que é só minha. — Taylor murmurava entre dentes, colado ao ouvido dela.

O corpo de Lila ardia. Ela cavalgava sem pudor, os cabelos loiros caindo pelo rosto corado, enquanto o prazer a consumia. Ele a puxava contra si com mais força, a cada estocada mais fundo, mais rápido, como se quisesse apagar qualquer resquício de dúvida entre eles.

O vidro do carro começou a embaçar, coberto pela respiração frenética dos dois. O ar estava impregnado pelo cheiro de suor e desejo. Cada movimento aumentava a urgência, cada gemido a levava mais perto do limite.

— Taylor… eu não vou aguentar… — ela gemeu, mordendo o ombro dele.

— Goza pra mim, princesa… goza agora. — Ele a incitava, com o tom dominador, possessivo, quase uma ordem.

Os dois explodiram juntos, em um orgasmo devastador que fez o corpo dela tremer descontroladamente sobre o dele. Taylor a segurava forte, enterrando-se até o limite, enquanto sua respiração ficava pesada, descompassada, como se não houvesse mais oxigênio no mundo além do que compartilhavam naquele espaço apertado.

O silêncio após o clímax durou apenas alguns segundos. Logo, o som de batidas secas contra o vidro da janela os fez congelar.

— Droga… — Taylor resmungou, ainda arfando.

O coração de Lila disparou. Ela arregalou os olhos e, em pânico, começou a se recompor. Puxou a saia com pressa, tentando cobrir as pernas nuas e ajeitar o blazer amarrotado. Com um movimento apressado e atrapalhado, deslizou para o banco do carona, o rosto em chamas.

Taylor, ainda com o corpo quente e o membro exposto, praguejou baixo. Empurrou-se para dentro da calça, fechou o zíper e puxou o cinto com um gesto rápido, tentando recuperar a compostura. Seus cabelos loiros estavam bagunçados, a camisa amassada, mas o sorriso malicioso ainda estava lá, insistente.

A janela se abriu devagar. Do outro lado, dois rostos conhecidos e completamente corados surgiram: James Remington, o pai dele, e Gabriel Vasconcelos, o pai dela.

Os dois homens se entreolharam brevemente, constrangidos, antes de fixar os olhos nos jovens dentro do carro.

Gabriel pigarreou, a voz saindo hesitante.

— Es-esta tudo bem?

Lila queria desaparecer. A vergonha queimava mais do que qualquer toque ousado de Taylor. Ela manteve os olhos grudados no painel, rezando para que a terra se abrisse debaixo do carro e a engolisse.

Taylor, porém, apenas passou a mão nos cabelos, tentando parecer inocente, mas o sorriso de canto denunciava exatamente o contrário.

James foi o primeiro a falar, mesmo que sua expressão denunciasse um misto de constrangimento e incredulidade. Os braços estavam cruzados sobre o peito, o maxilar travado, mas ainda assim ele forçou um sorriso irônico.

— Bem… pelo barulho e pelo vidro todo embaçado, eu diria que vocês estavam… muito ocupados — comentou, arqueando as sobrancelhas e lançando um olhar direto para o filho.

Taylor pigarreou, ajeitando a gola da camisa amarrotada e tentando sustentar a postura.

— É… digamos que estávamos… conversando. — respondeu, com um sorriso ladino que só piorou a situação.

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