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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 165

O sol já havia se escondido no horizonte quando a família se reuniu à mesa. A cozinha exalava o cheiro inconfundível do tempero de Maria, que havia caprichado no jantar: arroz soltinho, carne assada no ponto certo, salada fresca temperada com azeite e limão, e um doce caseiro esperando pacientemente sobre a bancada para fechar a refeição. O clima era acolhedor, risos soltos se misturavam ao tilintar dos talheres, mas, para Taylor, a mesa parecia cheia de armadilhas invisíveis.

Ele se sentou ao lado de Lila, ainda tentando se redimir da confusão mais cedo. Do outro lado, Maurício parecia relaxado, sorridente, já pronto para fazer qualquer comentário espirituoso se o ambiente pedisse. Catarina, com aquele brilho maroto nos olhos, parecia guardar uma carta na manga.

E não demorou para revelar.

— Então, irmão… — disse ela, mexendo na salada como quem fala de algo trivial. — Como foi a reunião hoje na empresa?

Taylor ergueu os olhos do prato, desconfiado.

— Foi… normal. Assuntos de contratos, nada demais.

Catarina sorriu com uma calma quase ensaiada.

— Ah, entendi. E a presença daquela sua amiga de faculdade deixou tudo mais… interessante?

Lila quase se engasgou com o suco, tossindo discretamente enquanto Maurício disfarçava uma risada com um pigarro. Taylor, por outro lado, arregalou os olhos, indignado.

— Catarina! — exclamou, segurando o guardanapo como se fosse um escudo. — Isso não tem graça.

— Tem sim! — retrucou a irmã, rindo. — Eu só queria confirmar se a tal da… como é mesmo o nome?

— Chloe. — respondeu Lila, seca, sem levantar os olhos do prato.

— Isso! — Catarina bateu palmas. — Chloe. Aposto que ela deve ter ficado toda feliz em rever o meu irmão.

Taylor suspirou fundo, passando a mão no rosto.

— Vocês não vão deixar isso pra trás nunca, né?

— Nunca. — Catarina afirmou, satisfeita. — Uma mulher que olha pro meu irmão como se ele fosse doce de leite precisa levar uns t***s da vida… ou da minha cunhada.

Lila corou, mas um sorriso pequeno se formou em seus lábios.

— Eu não bato em ninguém. — tentou manter a seriedade.

— Ainda! — Catarina completou, arrancando gargalhadas da mesa.

Taylor jogou o guardanapo sobre a mesa, em um gesto dramático.

— Vai ficar aí rindo também, Maurício, ou vai me ajudar?

O cunhado ergueu as mãos, rendido, mas sorrindo.

— Desculpa, cowboy. Mas essa é a briga que você mesmo comprou.

A conversa continuou leve, recheada de provocações, até Catarina encerrar com um brinde imaginário:

— Não se preocupe minha cunhada, da próxima vez que essa baranga se aproximar do meu irmão, eu te ajudo!

A mesa explodiu em risadas, e até Taylor, derrotado, não conseguiu segurar um sorriso.

Depois do jantar, o clima estava animado demais para terminar a noite em casa. A ideia de Catarina foi imediata: sair para dançar. O bar da cidade vizinha estava em festa, com música local alta, cheiro de cerveja e fritura no ar, e uma pista de dança abarrotada de casais e amigos rodopiando.

Lila e Catarina, já com o brilho nos olhos de quem sabia que ia aprontar, se levantaram de mãos dadas.

— Vamos mostrar como se faz, cunhada! — Catarina gritou por cima do som, arrastando Lila para o meio da pista.

Taylor e Maurício ficaram na mesa, com copos de whisky nas mãos, assistindo às duas se soltarem cada vez mais.

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