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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 174

O silêncio do quarto, antes pacífico, havia sido substituído por uma sinfonia erótica composta pelo som da respiração acelerada dos dois, os gemidos abafados de Lila e o ranger ocasional da cama que parecia protestar sob o peso da entrega deles. Cada segundo era marcado pelo ritmo frenético dos corações, pulsando em uníssono, como se buscassem acompanhar a cadência do desejo que tomava conta de ambos.

Taylor a segurava firme, mantendo-a aninhada contra seu corpo forte, de conchinha, com a mão grande enterrada dentro do shortinho dela. Não havia pressa em seus gestos, ao contrário, havia uma calma quase cruel, um jogo perigoso de tortura deliciosa. Seus dedos exploravam cada centímetro, cada curva, cada reação da pele macia dela, e a lentidão intencional fazia com que cada toque ardesse ainda mais.

— Você gosta de me torturar… — Lila arfou, com a voz embargada, tentando empinar o quadril em busca de mais contato, como se pudesse obrigá-lo a acelerar o ritmo.

Taylor sorriu contra sua nuca, a barba roçando a pele sensível dela, provocava arrepios intensos.

— Gosto de ouvir você implorando, princesa. — murmurou, com a voz grave soando como uma promessa perigosa. Pressionou os dedos contra o tecido encharcado que já não escondia nada, e deixou escapar um suspiro baixo, quase um gemido dele mesmo. — Mas eu juro que quem tá sofrendo mais sou eu.

O corpo de Lila tremia como se fosse feito de vidro prestes a se quebrar. Ela já não sabia se pedia para ele parar ou para nunca mais tirar a mão dali. O calor entre suas pernas era insuportável, e cada provocação lenta a deixava mais próxima de um limite impossível de conter. O quarto parecia girar em torno daquele ponto de contato, em torno daquela mão que dominava seus sentidos.

Foi então que Taylor perdeu o controle. O gemido abafado dela, misturado ao modo como o corpo se esfregava desesperadamente em sua mão, foi o estopim que quebrou sua paciência. Um fogo subiu-lhe pelo peito, explodindo em urgência. Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima, prendendo-a sob seu peso. O olhar dele, antes cheio de provocação controlada, agora estava turvo de desejo cru, selvagem. Os olhos azuis ardiam como brasas, e a respiração dele vinha pesada, carregada de fome.

— Não dá mais pra brincar, princesa. — disse com a voz grave, quase um rosnado, como um animal que não aceita mais esperar.

Lila arregalou os olhos, sentindo o coração martelando contra o peito. Antes que pudesse reagir, ele puxou o shortinho para baixo de uma vez, arrancando junto a calcinha de renda clara. O gesto foi tão decidido, tão possessivo, que ela arfou, cobrindo o rosto com as mãos, enquanto o rubor se espalhou pelo pescoço e pelas bochechas. Vergonha e excitação se misturavam, incendiando-a ainda mais.

— Taylor! — ela protestou, mas a voz saiu fina, frágil, como um gemido travestido de súplica.

Ele não aceitou a barreira. Segurou os pulsos dela com firmeza, afastando suas mãos do rosto, e as prendeu contra o colchão. A força dele não deixava espaço para fuga.

— Não se esconde de mim. — ordenou, com os olhos queimando com intensidade. — Eu quero ver cada detalhe.

Lila mordeu o lábio, tentando disfarçar a vulnerabilidade, mas o coração batia em disparada. A submissão inevitável a arrepiava da cabeça aos pés.

E então ele desceu. Primeiro o peito pressionando contra o dela, esmagando-a num contato quente e íntimo. Depois, os lábios beijando sua barriga, em um caminho lento e irresistível. Cada beijo fazia sua pele se arrepiar, cada respiração dele deixava um rastro ardente. Até que se posicionou entre suas pernas abertas, segurando-as com firmeza, como se ela fosse uma presa capturada.

— Cowboy… — ela gemeu, arqueando o corpo em expectativa, com os olhos semicerrados implorando por mais.

Taylor não respondeu. Não havia palavras que coubessem naquele instante. Apenas mergulhou, sem hesitar. A língua dele deslizou quente e úmida sobre o centro dela, arrancando de Lila um grito sufocado de prazer. A cama pareceu vibrar junto com o corpo dela, que se contorceu, enquanto seus dedos agarravam os lençóis como se buscasse uma âncora em meio à tempestade de sensações.

— Arriégua… — ele murmurou contra a pele sensível dela, sugando com força e deliciando-se com cada reação. — Você tem o gosto mais doce que já provei.

A cada movimento da boca dele, ondas de prazer percorriam o corpo de Lila, devastando qualquer resquício de controle. Ele alternava entre lambidas lentas, que a faziam implorar em silêncio, e chupadas firmes, que arrancavam gemidos altos e desesperados. Seus quadris se erguiam sem que ela percebesse, buscando mais contato, mais intensidade, mais dele.

— Taylor! — ela gemeu alto, com a voz quase chorosa, puxando os cabelos dele com as mãos. — Não para…

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