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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 180

Lila Montgomery

Diablo diminui o passo conforme nos aproximamos do estábulo, e meu coração parece acompanhar o ritmo, acelerando ainda mais a cada segundo. O mundo ao redor fica embaçado: não ouço mais o som dos pássaros nem a risada de Catarina à frente com Maurício. Tudo o que existe é o calor do corpo de Taylor, a pressão firme da mão dele sobre a minha, e a certeza de que vou enlouquecer se essa cavalgada durar mais um minuto.

Ele finalmente puxa as rédeas, fazendo Diablo parar em frente ao portão de madeira. Desce com a agilidade de sempre, o corpo grande e pesado se movendo como se fosse leve. Antes que eu tenha tempo de pensar, ele estende os braços e me ajuda a descer. Só que não me solta.

Meus pés tocam o chão, mas continuo presa contra ele, com a respiração curta e a pele arrepiada. O suor ainda escorre pelo peito dele, a camisa aberta grudando em sua pele, e eu sinto o calor subir pelo meu corpo como uma corrente elétrica.

— Princesa… — ele murmura, com a voz baixa, rouca, carregada de algo que me deixa tonta. — Você tem ideia do que me faz passar quando fica desse jeito colada em mim?

Eu mordo o lábio, sem coragem de responder. Ele não espera. Inclina-se e cola a boca na minha, com um beijo urgente, faminto, daqueles que roubam não só o ar, mas qualquer resquício de racionalidade.

Gemo contra os lábios dele, minhas mãos se agarrando à camisa molhada, puxando-o ainda mais para perto. Taylor aproveita e me ergue pela cintura, encostando-me contra a parede de madeira do estábulo. O mundo gira, mas eu não me importo. Tudo o que importa é o jeito como ele me beija, como se fosse me devorar ali mesmo.

— Taylor… — suspiro, perdida, quando a boca dele desce para o meu pescoço. — Alguém pode ver…

Ele ri contra minha pele, um som baixo e provocador.

— Que vejam. — sussurra, mordendo de leve a curva do meu ombro. — Você é minha.

Meu corpo inteiro se incendeia. Tento protestar, mas as palavras se desfazem quando ele desliza as mãos firmes pela minha cintura, apertando minha pele como se não tivesse intenção de me soltar nunca mais.

O cheiro de feno, couro e suor se mistura ao gosto doce que ainda sinto dos beijos dele, criando uma atmosfera que me embriaga. Meus dedos se perdem nos cabelos molhados dele, puxando com força, e isso só o deixa ainda mais selvagem.

Taylor me beija de novo, profundo, desesperado, como se cada segundo longe de mim fosse intolerável. Eu me entrego sem resistência, sabendo que, por mais que tente, não existe fuga possível. Não de Taylor Remington.

Diablo ainda resfolega atrás de nós, mas eu mal consigo ouvir. Tudo que existe é Taylor me prensando contra a parede áspera do estábulo, o beijo dele roubando meu ar, a língua exigente invadindo minha boca como se quisesse marcar território. Minhas mãos deslizam pela camisa encharcada, sentindo os músculos quentes, rígidos, pulsando sob o tecido. Não me controlo: puxo com força, abrindo os botões que ainda restam, até expor o peito suado e bronzeado.

Ele geme baixo, colando ainda mais o corpo ao meu. A dureza evidente pressionando entre minhas pernas me faz estremecer.

— Você sente isso, princesa? — ele rosna contra meus lábios, com a voz grave, rouca, carregada de desejo. — Só você me deixa assim… fora de controle.

Antes que eu consiga responder, ele desliza a mão pela minha coxa, erguendo devagar o tecido do short até alcançar minha calcinha. O toque firme e quente contra mim arranca um gemido que ecoa pelo estábulo vazio. Aperto os dedos nos ombros dele, incapaz de me conter.

— Taylor… — suspiro, sentindo o corpo inteiro implorar por mais.

Ele não me dá trégua. Empurra o tecido fino para o lado e passa os dedos molhados de suor e luxúria sobre meu centro já pulsante. O prazer explode em ondas rápidas, me fazendo arquear as costas contra a parede.

— Tão molhada pra mim… — ele murmura, satisfeito, me encarando com aqueles olhos azuis que parecem engolir minha alma. — Você gosta quando eu te toco assim, não gosta?

Só consigo gemer, mordendo o lábio, perdida. Ele ri de leve, mas sem humor, mais como um aviso de que está no controle.

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