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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 187

Maurício carregava Catarina nos braços quando os dois entraram no riacho. A água fria roçou os tornozelos, contrastando com o calor que ainda subia da sua pele. Catarina riu, o som suave e nervoso escapando entre respirações curtas. Ele a ergueu pelas coxas como se ela não pesasse nada, encaixando-a contra o próprio corpo. As costas dela encostaram em uma pedra grande na margem, ainda morna do sol do dia. Acima deles, a lua brilhava, cúmplice e curiosa.

Maurício beijou devagar a linha entre os seios dela, saboreando o gosto da pele úmida e o cheiro doce da noite. A boca dele desceu com calma, enquanto as mãos seguravam firme as coxas dela. Catarina gemeu baixo, a cabeça reclinada, os dedos mergulhados nos cabelos dele, guiando. Quando a língua dele contornou um dos mamilos, ela perdeu o ar. Quando ele sugou com firmeza, soltou um grito pequeno, que se dissolveu no barulho da água.

A mão dele deslizou pela cintura dela, marcando um caminho de desejo. A boca continuou descendo, do peito ao ventre, até a borda da calcinha que já não fazia sentido algum.

— Posso? — ele perguntou, a voz rouca.

— Por favor — ela respondeu, quase sem fôlego.

Maurício a despiu por completo e ajoelhou-se diante dela. Sentiu o frio da água nos joelhos e o calor dela irradiando. Abriu suas pernas com as mãos devagar, e beijou sua intimidade. Primeiro suave, depois mais fundo, fazendo Catarina morder o lábio, e gemer.

— Mauricio…

O mundo se reduziu àquele ponto em que a língua dele fazia círculos e promessas, e os dedos dele entravam e saíam no ritmo exato do seu coração.

Ela chamou o nome dele, mais de uma vez, como se fosse a única palavra que existia. E era.

— Olha pra mim — pediu levantando o rosto, a encarando com os olhos ardendo.

Catarina obedeceu, e ele se ergueu, a tomou nos braços e deu alguns passos adiante, onde a água corria rasa. Virou-a de frente para a pedra e colou o corpo ao dela pelas costas. Ficaram imóveis por um instante, respirando juntos. O corpo dele, firme, pulsante, pedindo passagem e o dela, quente, pronto, pedindo mais.

— Por favor meu amor… — sussurrou ela, doce e desesperada.

Ele a penetrou devagar, num movimento lento, profundo, como quem volta para casa. Catarina arfou, com as mãos espalmadas na pedra, sentindo o corpo dele se encaixar ao seu. Maurício mordeu de leve o ombro dela e começou a se mover, o som da água acompanhava o ritmo de seus corpos. A cada estocada, um gemido. A cada gemido, mais desejo e a cada desejo, mais fundo.

— Meu Deus, Catarina… — ele murmurou contra o pescoço dela. — Você é tudo. Tudo.

Ela moveu os quadris, encontrando-o, criando o próprio compasso. Era uma dança antiga, feita de instinto e entrega. O barulho da água, o vento nas folhas, o som da respiração, tudo fazia parte da sinfonia. A mão dele deslizou pelo ventre dela, encontrou o ponto mais sensível, e começou a brincar ali, em sintonia com os movimentos. Catarina tremeu inteira, a voz falhando quando pediu:

— Não para…

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