A noite estava silenciosa, a fazenda adormecida sob a luz pálida da lua que atravessava as cortinas. O relógio marcava bem depois da meia-noite quando Lila despertou, sem saber ao certo o motivo. Talvez fosse o calor do corpo ao lado dela, ou talvez aquele desejo insaciável que parecia nunca descansar.
Virou-se devagar e encontrou Taylor adormecido, nu sob o lençol amarrotado. O peito subia e descia em um ritmo lento, sereno, como se nada no mundo pudesse perturbá-lo. A barba por fazer, sombreava o rosto masculino, e os cabelos bagunçados o deixavam ainda mais irresistível.
Mas não era o rosto que fazia o corpo dela arder.
Lila mordeu o lábio inferior ao perceber a curva marcada sob o lençol. Essa cena fez seu coração disparar. O corpo dela inteiro pareceu despertar de uma vez, cada nervo pedindo por ele. Sem demora, aproximou-se, deslizando na cama com cuidado para não acordá-lo. Puxou o tecido devagar, expondo a nudez dele à penumbra prateada.
E então ficou sem fôlego.
— Por Deus… — murmurou, quase sem voz, com os olhos arregalados diante da visão.
O sexo de Taylor, viril e pesado, erguia-se parcialmente mesmo em sono profundo, pulsante, provocando-a como uma tentação proibida. Ela estremeceu de desejo, sentindo-se já úmida apenas de olhar para ele.
Engatinhando sobre o corpo do cowboy, Lila deixou que os cabelos escorressem em cascata sobre o peito dele. Os lábios pousaram primeiro ali, beijando devagar, descendo pelo abdômen firme, cada beijo mais lento e mais provocante. Taylor suspirou no sono, mexendo-se levemente, mas não despertou.
Quando os lábios dela alcançaram o membro rígido, Lila sorriu maliciosa.
— Vamos ver até quando você aguenta, cowboy… — sussurrou.
Beijou-o na ponta primeiro, leve, como quem testa um limite. A língua então deslizou pela extensão, provocativa, arrancando um suspiro grave de Taylor, ainda meio perdido no sono. O corpo dele reagia antes mesmo de a mente despertar.
Ela segurou-o com uma das mãos, explorando com carinho, e envolveu a boca quente em torno dele, sugando devagar, aumentando a pressão conforme descia. O gemido dele, rouco e arrastado, escapou no travesseiro. Os quadris se moveram por reflexo, e os olhos azuis se abriram, confusos e incendiados pela cena que encontrou.
— Lila… — a voz dele saiu rouca, incrédula, entre o choque e o prazer.
Mas ela não parou. Ao contrário, intensificou, olhando-o com malícia, a boca ocupada em provocar, a língua acariciando-o como se quisesse enlouquecê-lo.
Taylor agarrou os lençóis com força, enquanto a respiração acelerava de forma quase violenta.
— Meu Deus, princesa… você vai me matar assim.
Ela afastou-se apenas o suficiente para sorrir, a boca estava molhada, e os olhos brilhavam de desejo.
— Não… — respondeu, deslizando a língua novamente ao longo dele. — Vou só viciar você ainda mais.
Taylor gemeu alto, levando a mão até os cabelos dela, puxando-a com força para mais perto, rendido ao jogo perigoso que ela tinha começado.
Os dedos de Taylor se enroscaram nos cabelos de Lila com firmeza, puxando-a levemente para trás. Os olhos azuis dele, ainda turvos de sono, agora estavam acesos de desejo. O peito subia e descia rápido, a respiração rouca denunciava o quanto ela já tinha o deixado no limite.
— Princesa… — murmurou, com um sorriso torto e perigoso. — Você realmente quer brincar com fogo?
Lila mordeu o lábio inferior, e o encarou com aquela ousadia que só ela sabia ter.

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