O quarto estava tomado por um calor, como se o ar tivesse sido moldado pelo toque dos dois. As cortinas fechadas deixavam entrar apenas um fio pálido da luz da manhã, que desenhava no chão as sombras dos corpos entrelaçados. O cheiro era uma mistura inebriante de suor, lençóis amarrotados e o perfume doce de Lila, uma fragrância que já fazia parte da pele dele.
Taylor estava deitado, completamente nu, com o corpo musculoso reluzindo à luz suave. O peito subia e descia rápido, denunciando o esforço e o prazer que o dominavam. Sobre ele, Lila reinava. Montava o cowboy com a confiança de quem conhecia cada ponto de fraqueza dele. Os cabelos loiros caíam soltos sobre o rosto, colando-se à pele úmida. Cada movimento fazia os seios balançarem, firmes e tentadores, e o som de seus gemidos preenchia o espaço abafado como música proibida.
Ela se movia com ritmo e intenção, cavalgando-o com firmeza, com as mãos apoiadas no peito dele, enquanto suas unhas deixavam rastros vermelhos sobre a pele quente. Os olhos de Lila, azuis e intensos, brilhavam com desejo e luxúria.
— Porra, cowboy… — arfou entre gemidos, sem parar o movimento dos quadris. — Você me deixa louca!
Taylor prendeu o lábio inferior entre os dentes, sentindo o corpo inteiro estremecer. O prazer vinha em ondas, e ele já não sabia se controlava o ritmo ou se era dominado por ela. Suas mãos fortes seguravam a cintura dela, tentando desacelerar, mas Lila estava indomável.
— Princesa… — murmurou, com a voz rouca, quase um grunhido. — Você tá me fodendo como se quisesse me matar…
Ela riu, um riso quente, provocante, e inclinou o corpo para frente, colando o peito nu no dele. Os lábios se roçaram e ela sussurrou maliciosa.
— É isso mesmo que eu quero! — respondeu, sorrindo maliciosa, com a voz embargada de prazer. — Quero você todo dentro de mim, até não sobrar nada!
O gemido dele veio baixo, arrastado, quando sentiu o corpo dela se apertar em volta do seu. O ritmo ficou mais intenso, e o som do contato entre os corpos ecoava pelo quarto abafado. O suor escorria pelas têmporas, e o cheiro de sexo preenchia tudo. Taylor agarrou-a com força e sussurrou no ouvido dela, sentindo a voz falhar.
— Você gosta de cavalgar gostoso, não é, princesa?
Lila soltou um gemido alto, estremecendo só com as palavras.
— Adoro… adoro quando você me come assim, bruto, me fazendo gritar…
O cowboy riu, um riso rouco, selvagem.
— Então grita pra mim, linda… quero ouvir.
E ela gritou.
As mãos dele desceram até o quadril dela, guiando o movimento, fazendo-a rebolar num ritmo frenético. A cama rangia, o ar parecia vibrar, e cada estocada fazia o corpo dela se arquear em êxtase.
Do lado de fora, no corredor, Maria vinha com uma cesta de roupas limpas nos braços. A rotina da manhã na fazenda seguia como sempre, até que um som diferente fez seus passos pararem. A porta do quarto estava entreaberta. Ela se aproximou, hesitante, pronta para chamar Lila para o café, mas bastou um segundo para o rubor subir em seu rosto.
Os gemidos eram claros, escandalosos. As palavras… indecentes.
— Caramba… — murmurou Maria, levando a mão à boca, arregalando os olhos. — Santa Mãe do céu…
Lá dentro, o som era cada vez mais intenso.
— Mais forte, cowboy! Eu quero gozar! — gritou Lila, sem vergonha, com a voz estremecida.
Taylor respondeu com um tom grave, rouco, entre o prazer e o comando:
— Vou te foder até você implorar… até você lembrar quem manda aqui!
Maria quase deixou cair a cesta. Cobriu o rosto, vermelha, e balançou a cabeça em desespero.
— Santa virgem… acho melhor eu sair daqui. — murmurou, recuando em silêncio, enquanto o som dos corpos e da cama continuava.
Lá dentro, Lila parecia fora de si. Os hormônios da gravidez, ainda desconhecida, deixavam seu corpo faminto, sensível, tomado de desejo. Ela se movia com mais força, enquanto as palavras escapavam sem filtro e o prazer se tornava uma confissão.
— Porra, Taylor! Isso! Me me enche todinha, cowboy safado!
O riso dele veio carregado de prazer, misturado a gemidos.
— Você não tem noção do que faz comigo, princesa… — arfou, acelerando os movimentos. — Vai gozar pra mim agora. Quero ouvir você gritar meu nome até a fazenda inteira saber quem te come gostoso.
E ela gritou mesmo.
O orgasmo chegou como um golpe de calor. Lila arqueou o corpo, os seios tremendo, a boca aberta num gemido que parecia não ter fim. O corpo dela pulsava em volta do dele, e Taylor não resistiu. Segurou-a com força, investiu mais fundo e se derramou dentro dela, rugindo o nome dela como uma prece.
Por alguns segundos, o mundo parou. Só o som da respiração dos dois enchia o quarto.
Lila caiu exausta sobre o peito dele, ainda ofegante, sentindo o corpo tremer e um riso escapar entre os suspiros.
— Espero que ninguém tenha ouvido…
Taylor mordeu o ombro dela, rindo também, com a voz baixa, rouca, carregada de provocação.
— Acho difícil ninguém ter ouvido, princesa. Do jeito que você gemeu gostoso…
— Tay-Taylor.
Lila tentou esconder o rosto no peito dele, mas Taylor já gargalhava, satisfeito com o efeito que causava. O riso grave dele vibrou contra a pele dela, e isso só a fez corar ainda mais.
— Não acredito que você tá rindo de mim, seu idiota… — ela murmurou, com a voz abafada e o rosto escondido entre os músculos do peito dele.
— Rindo? — ele fingiu espanto, apertando-a mais contra si. — Eu tô orgulhoso, princesa. Acho que a fazenda inteira sabe, agora, o quanto minha mulher é… expressiva.
— Taylor! — ela levantou a cabeça num salto, com as bochechas completamente vermelhas. — Para com isso!
Ele ergueu as sobrancelhas, com aquele sorrisinho torto que só piorava tudo.
— Que foi? Não tô mentindo. Maria deve estar lá na cozinha, rezando o terço e pensando que tem uma pantera solta no meu quarto.

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