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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 193

O sino da igreja soava preguiçoso ao longe quando Taylor empurrou a porta da venda principal. O som metálico ecoou pelo espaço, misturando-se ao burburinho da cidade, às risadas das mulheres no balcão e ao tilintar das xícaras de café. Assim que ele e Maurício atravessaram o batente, as conversas diminuíram, e dezenas de olhares se voltaram para eles com sorrisos sinceros, era como se o ar do lugar mudasse quando os dois apareciam.

— Olha só quem resolveu dar as caras! — exclamou o senhor Arnaldo, dono da venda, limpando as mãos num pano de prato antes de abrir um sorriso largo. — Se não são os vaqueiros mais falados da região!

Taylor inclinou o chapéu num gesto elegante, aquele misto de charme e respeito que já era sua marca registrada.

— Bom dia, seu Arnaldo. Ainda servindo o melhor café da cidade?

— O melhor e o mais quente, rapaz! — respondeu o homem, rindo e caminhando para trás do balcão. — E olha que o café de vocês lá na fazenda quase empata, viu?

Maurício apertou a mão do comerciante com firmeza e um sorriso.

— A gente tenta acompanhar o ritmo, mas o segredo do senhor é o ponto do grão, não é?

Arnaldo soltou uma gargalhada e pegou duas canecas de barro.

— O segredo é que vocês aparecem por aqui e já alegram o dia do povo. — Disse, enquanto servia o café fumegante. — Só de ver esses dois, o humor melhora.

O aroma forte se espalhou pelo ar, e uma sensação de aconchego preencheu o ambiente. Logo, uma senhora de vestido florido e sorriso doce aproximou-se com um cesto de pães quentinhos. Era dona Lurdes, que sempre trazia carinho junto com a farinha.

— Bom dia, meus lindos! — disse ela, entregando um pãozinho a cada um. — Vocês sumiram, hein? A fazenda anda tão silenciosa que até os passarinhos andam perguntando por vocês.

— Eita, dona Lurdes, a senhora vai me deixar mal acostumado — respondeu Taylor, piscando com aquele jeito brincalhão que fazia qualquer pessoa sorrir.

Ela corou, abanando o rosto com o pano de prato.

— Ah, deixa de graça, seu danado — disse dona Lurdes, entre risadas, abanando o rosto com o pano de prato florido. — Fiquei sabendo que está noivo, é verdade?

Taylor, que já mascava o palito de dente com aquele sorriso maroto, ergueu uma sobrancelha e tirou o chapéu num gesto cheio de elegância brincalhona.

— É verdade, sim senhora. — respondeu, erguendo a mão direita para que todos vissem o brilho da aliança dourada. A luz que atravessava a janela bateu nela, refletindo como se fosse ouro líquido. — Qualquer dia desse eu trago ela aqui pra conhecer vocês. Minha princesa indomável laçou o meu coração e jogou a corda fora, pra eu não escapar mais.

O comentário arrancou risadas e exclamações entre os clientes da venda. Até o senhor Arnaldo, atrás do balcão, balançava a cabeça rindo, enquanto um rapaz no canto murmurava para o amigo:

— É, o Remington foi laçado bonito.

Dona Lurdes pousou a mão no peito e sorriu com ternura.

— Fico feliz, meu menino. Você merece ser feliz. — disse, emocionada. — Sempre foi bom de coração, ajudou todo mundo dessa cidade sem nunca pedir nada em troca. Deus abençoe vocês dois, viu?

Taylor sorriu, com aquele brilho sereno no olhar. Mas, antes que o momento ficasse sentimental demais, ele inclinou o corpo ligeiramente para o lado, mirando o amigo que observava tudo em silêncio. O sorriso dele ficou ainda mais malandro.

— Ah, mas o que a senhora ainda não sabe — disse ele, aumentando o tom para que todos ouvissem — é que esse cowboy aqui, ó… — bateu de leve no ombro de Maurício — finalmente criou coragem e pediu a mão da minha irmã!

O silêncio que veio em seguida durou um segundo, antes que a venda inteira explodisse em surpresa e alegria.

— O quê?! — gritou dona Lurdes, escandalizada e empolgada ao mesmo tempo. — Não acredito! O Maurício?!

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