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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 195

Lá fora, o sol já começava a romper entre as nuvens, banhando a praça com um brilho dourado. As risadas das crianças se espalhavam pelo ar como uma melodia leve, e Taylor ainda observava a cena com aquele sorriso distraído quando algo chamou sua atenção.

Uma menininha de uns cinco anos vinha correndo na direção da venda, os cabelos loiros presos num rabo de cavalo desalinhado, o vestidinho florido balançando a cada passo. Os olhos, de um verde tão claro que lembravam as folhas novas na primavera, brilhavam de alegria pura.

— Tio Taylooor!

Taylor mal teve tempo de reagir. De repente, um pequeno foguete de doçura se lançou contra ele, e ele se abaixou de imediato, pegando-a no colo com facilidade, girando uma volta no ar antes de abraçá-la com firmeza.

— Ora, se não é a minha mocinha preferida. — Disse, pegando-a no colo. — Cê cresceu mais rápido que pasto em época de chuva!

A menina agarrou o pescoço dele com os bracinhos finos.

— Mamãe diz isso o tempo todo. — respondeu, ofegante de empolgação. — Eu vi a caminhonete e vim correndo!

Maurício, encostado no carro, observava a cena com um sorriso divertido.

— Rapaz… você tem fã-clube até entre as crianças.

— E dos bons, viu? — respondeu Taylor, ajeitando o chapéu e dando um beijinho na bochecha da menina. — Essa aqui é a Estelinha, filha da Clara, lá da mercearia.

A menina, toda orgulhosa, acenou para Maurício.

— Oi, moço!

— Oi, princesa. — respondeu ele, encantado. — Você gosta muito do tio Taylor, né?

— Gosto sim! — disse ela, sorrindo. — Ele me deu um cavalinho quando eu era pequenininha!

Taylor riu, lembrando.

— Era um cavalinho de madeira, lembra? — disse, fingindo espanto. — E você pintou ele todinho de rosa e purpurina!

— Ficou lindo! — garantiu ela, cruzando os bracinhos e franzindo o nariz, fingindo bravura.

— Quando vai me deixar montar em Diablo?

— Diablo é um cavalo mal humorado. Ele só deixa eu montar nele, pode montar no Trovoada, se quiser.

—Oba, tio Taylor!

O silêncio se espalhou por um instante, e alguns dos presentes assentiram discretamente. Na frente da mercearia, uma mulher de cabelos castanhos, a mãe da menina, observava a cena com olhos marejados. Era Clara, a moça da mercearia da esquina. Alguns anos antes, ela tinha passado por maus bocados, o marido a deixou grávida, sem casa nem recursos. Foi Taylor quem ajudou: arrumou abrigo, trouxe comida, e chamou o médico da fazenda quando a menina nasceu fraca.

A pequena apertou o pescoço dele com força.

— Eu disse pra mamãe que você é um herói.

Taylor deu uma risada leve, emocionada.

— Herói nada, docinho. Só fiz o que qualquer amigo faria.

Mas os olhos dele brilhavam de um jeito diferente, profundo. Ele afagou os cabelos da menina e a devolveu para os braços da mãe, que se aproximou em silêncio.

— Obrigada, Taylor — disse Clara, com voz baixa. — Se não fosse você, eu…

— Shh — interrompeu ele, pousando a mão no ombro dela. — O que importa é que vocês tão bem. E essa mocinha aqui vai dar trabalho pros rapazes quando crescer, viu?

A menininha sorriu, envergonhada, e escondeu o rosto no colo da mãe, se despediu e sairam. O povo acompanhou a cena com olhares ternos. Maurício, do outro lado, observava em silêncio, um sorriso se desenhando.

— Tá vendo, parceiro? — murmurou ele, quando Taylor voltou pro balcão. — O jeito que seus olhos brilharam agora… Nem quando você fala da Lila eles brilham tanto.

Taylor franziu a testa, mas não conseguiu esconder o sorriso.

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