Taylor soltou uma risada rouca, e as mãos instintivamente foram para as coxas dela, apertando a carne macia enquanto a observava com desejo renovado. Lila estendeu a mão para baixo, envolvendo o membro dele, ainda rígido e pulsante, coberto pelos fluidos dos dois, com dedos firmes e confiantes. Ela o segurou na base, sentindo o calor e a grossura latejando em sua palma, e o guiou devagar até sua entrada úmida e sensível. Taylor revirou os olhos de puro êxtase ao senti-la se encaixar sobre ele, descendo centímetro por centímetro, engolindo-o por completo em um movimento lento e deliberado. O corpo dele se arqueou levemente, e um gemido profundo escapou dos lábios enquanto as paredes internas dela o apertavam como um abraço quente e apertado, ainda latejando dos orgasmos anteriores.
— Ah, Lila… você me mata assim. — grunhiu ele, as mãos subindo para os quadris dela, mas deixando que ela ditasse o ritmo, com os olhos fixos nos dela com uma mistura de admiração e fome.
Lila começou a se mover, erguendo os quadris e descendo com força, cavalgando-o em um ritmo que começava lento e provocador, mas logo se tornava frenético. Seus seios balançavam a cada impulso, roçando o peito dele, e ela apoiava as mãos nos ombros largos de Taylor para se equilibrar, cravando as unhas levemente na pele enquanto girava os quadris em círculos, sentindo-o atingir pontos profundos dentro dela. O som dos corpos se unindo ecoava no quarto, pele contra pele, gemidos misturados e o prazer crescia em ondas para os dois. Taylor ergueu os quadris para encontrar os movimentos dela, e uma mão apertou o seio, puxando o mamilo, enquanto a outra guiava sua cintura, incentivando-a a ir mais rápido.
— Isso, princesa… cavalga assim, me leva junto. — murmurou ele, com a voz entrecortada, e os músculos das coxas tremendo com a tensão.
Lila acelerou, sentindo a pressão se acumular novamente no baixo ventre, o clitóris roçava contra o corpo dele a cada descida, faíscas de prazer eram enviadas por todo o seu ser. Seus gemidos se misturavam aos dele, o quarto era preenchido por respirações pesadas e o ranger da cama. O clímax os atingiu ao mesmo tempo: Lila arqueou as costas, gritando o nome dele enquanto seu corpo convulsionava, apertando-o em espasmos intensos, e Taylor gozou junto, deixando um rugido baixo escapar enquanto se derramava dentro dela revirando os olhos de prazer.
Exaustos e satisfeitos, eles caíram juntos no colchão, Lila desabando sobre o peito dele, ainda unidos. Taylor a envolveu nos braços, beijando o topo da cabeça dela com ternura, sentindo o coração batendo forte contra o dela.
— Eu te amo, princesa… pra sempre minha. — sussurrou ele, com a voz suave agora, cheia de emoção verdadeira, enquanto acariciava suas costas devagar.
— Eu também te amo, meu cowboy… — respondeu Lila, erguendo a cabeça ligeiramente para olhar nos olhos dele, com um sorriso preguiçoso e apaixonado nos lábios, ainda ofegante. — Mas da próxima vez, eu é que vou te dar as ordens desde o começo. Imagina só, você de joelhos implorando… com um chapéu de cowboy e tudo, pra entrar no personagem!
Taylor explodiu em uma gargalhada genuína, com o peito vibrando sob ela como um terremoto de diversão, apertando-a mais contra si com um abraço apertado e brincalhão, quase rolando os dois na cama bagunçada.
— Ah, é? Minha princesa virou domadora de cowboys malucos agora? — retrucou ele, piscando um olho com um ar exageradamente dramático, fingindo um sotaque caipira ridículo. — Tudo bem, eu me rendo, xerife! Contanto que seja com você, eu imploro o quanto quiser… mas só se você prometer não me amarrar com o laço do meu próprio cinto. Já imagino a cena: eu lá, todo submisso, e você rindo da minha cara de bobo apaixonado. Você me conquistou inteirinho, Lila… coração, corpo, alma e até o meu orgulho de macho alfa que foi pro espaço!
Ela riu alto, batendo de leve no peito dele com a mão aberta, as bochechas corando de alegria enquanto se inclinava para um beijo rápido e cheio de mordidinhas leves, selando o momento com uma pitada de bagunça.

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