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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 89

A noite havia caído sobre a fazenda, trazendo com ela um silêncio pesado, quebrado apenas pelo som distante dos grilos e do vento soprando entre as árvores. A casa parecia mergulhada em uma calma tensa, como se todos ali soubessem que algo estava acontecendo, menos aqueles que fingiam não perceber.

Maria subiu as escadas com uma bandeja nas mãos, equilibrando com cuidado o jantar que havia preparado para Taylor. Sabia que o patrão ainda não tinha se alimentado direito o dia inteiro, e depois do estado em que ele tinha passado mais cedo, não havia quem a convencesse a deixá-lo sozinho sem ao menos garantir que estivesse bem.

Quando chegou à porta do quarto, bateu de leve.

— Taylor? Trouxe o jantar. — a voz doce e firme ecoou no corredor.

Lá de dentro, a voz dele soou baixa, rouca.

— Pode entrar, Maria.

Ela abriu a porta devagar e encontrou o cowboy sentado na beirada da cama, o cabelo ainda úmido do banho, algumas gotas escorrendo pelo pescoço largo e pelo peito exposto. Ele vestia apenas uma toalha enrolada na cintura, os pés descalços apoiados no chão de madeira. Maria, acostumada com o jeito descuidado dele, apenas sorriu de canto.

— Eu sabia que você ia esquecer de comer. — resmungou, colocando a bandeja sobre a cômoda ao lado da cama. — Come isso antes de desmaiar de vez.

Taylor ergueu um canto do lábio, o tom levemente debochado:

— Você fala como se eu fosse um moleque.

— E se comporta como um, às vezes — Maria replicou, com aquele olhar afiado de quem conhecia cada teimosia dele desde criança. — Agora come, cowboy.

Ele soltou um suspiro resignado e assentiu. Antes de sair, Maria se virou para ele, estreitando os olhos:

— E nada de teimosia hoje. Vai se deitar cedo.

Taylor ergueu a mão em um gesto de rendição, um meio sorriso preguiçoso nos lábios.

— Sim, senhora.

Quando a porta se fechou, o quarto mergulhou em silêncio outra vez, mas do lado de fora, no corredor, Lila estava parada, com as mãos frias e o coração batendo rápido. Ela estava nervosa em voltar para o quarto depois do que tinha acontecido mais cedo entre ela e Taylor, por mais que ela desejasse os beijos dele, jamais iria admitir.

Por fim, respirou fundo, apertou os dedos ao redor do pano fino do vestido e caminhou até o quarto de Taylor. A porta estava entreaberta, e quando ela empurrou devagar, encontrou-o de costas, passando a toalha pelos cabelos ainda úmidos. E esse pequeno gesto, fez o coração de Lila acelerar.

Ele estava de pé, os ombros largos expostos, a pele ainda úmida do banho refletindo a luz suave do abajur. O lençol malfeito deixava o ambiente com um ar bagunçado e íntimo demais para o gosto dela.

Taylor percebeu sua presença e virou-se, com um sorriso preguiçoso e um brilho provocador nos olhos azuis.

— Olha só… não esperava visita a essa hora, princesa.

Lila engoliu seco, desviando o olhar e sentindo o calor subir pelo rosto.

— Eu… — gaguejou, torcendo os dedos nervosamente. — Eu vim… eu vim dormir aqui porque… Catarina… está dormindo no meu… quarto.

Taylor ergueu uma sobrancelha, cruzando os braços sobre o peito nu, deixando os músculos ainda mais evidentes.

— Tudo bem. — respondeu simplesmente, com a voz baixa, grave, que soou quase como um convite. — Afinal o quarto é nosso.

Lila sentiu as bochechas queimarem ainda mais e assentiu rápido, sem ousar encará-lo. Caminhou até a cômoda com passos apressados, abriu a gaveta e pegou a primeira camisola e a primeira calcinha que encontrou, sem olhar. Então, com o coração disparado, entrou correndo no banheiro e fechou a porta com um estrondo abafado.

Do lado de fora, Taylor soltou uma risada baixa e rouca, balançando a cabeça como quem achava graça da pressa dela.

— Essa menina ainda vai me matar do coração… — murmurou, divertido.

Ele então largou a toalha sobre a poltrona, vestiu um short folgado de dormir e deitou na cama, apoiando as mãos atrás da cabeça. O peito ainda subia e descia devagar, os cabelos úmidos caindo sobre a testa, e ele fechou os olhos por um instante, tentando controlar a mente… e o corpo.

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