Lila sentiu o corpo inteiro estremecer com as palavras. Ela sabia o que aquilo significava, sabia para onde estavam indo, mas a razão já tinha sido engolida pelo desejo.
Taylor não esperou resposta. Voltou a beijá-la com mais força, mais urgência, como se quisesse gravar aquele momento na pele dela. O beijo era profundo, quente, e cada toque dele parecia acender um ponto diferente do corpo dela.
Ele quebrou o contato por um segundo apenas para deslizar a boca até o pescoço dela, distribuindo beijos lentos, úmidos, que arrancaram dela um suspiro longo e trêmulo. A mão dele apertava sua cintura com firmeza, como se quisesse lembrá-la de que ela era dele naquele momento e só dele.
O lençol caiu de vez, esquecido na beira da cama, e o ar do quarto ficou ainda mais quente, mais denso, carregado de tudo o que eles não conseguiam mais controlar.
— Taylor… — ela sussurrou, quase sem voz, entre um suspiro e outro.
Ele ergueu o rosto, com os olhos azuis brilhando, escuros pelo desejo. Um sorriso de canto surgiu lentamente, enquanto ele a encarava como se não existisse mais nada além dela.
— Eu te avisei, princesa… — murmurou, com a voz rouca, baixa, carregada de promessa. — Eu te avisei que, se você me provocasse, eu não ia conseguir parar.
Antes que ela pudesse responder, ele a puxou novamente pela cintura e tomou seus lábios outra vez, mais intenso, mais urgente, como se o tempo tivesse deixado de existir.
Taylor não parava de beijá-la. Cada toque dos lábios dele contra os dela parecia queimar, e Lila sentia as pernas enfraquecerem, o corpo inteiro ceder ao domínio dele. As mãos dele deslizavam pela cintura dela com firmeza, como se quisessem gravar cada curva, cada pedaço da pele que encontravam.
Num movimento rápido, ele a puxou com mais força, colando o corpo dela contra o dele. A toalha úmida roçava na pele dela, e a sensação da pele quente dele, das gotas de água que ainda escorriam pelo peito largo, fez o estômago de Lila se contrair e o corpo estremecer. — Taylor… — ela sussurrou contra os lábios dele, quase sem voz, o coração disparado.
Ele afastou o rosto por um instante, apenas o suficiente para olhar bem dentro dos olhos dela. O azul dos dele estava escurecido pelo desejo, profundo, intenso, faminto. O maxilar marcado, tenso, denunciava o esforço que fazia para não perder o controle de uma vez.
— Você não faz ideia… — murmurou, com a voz baixa, rouca, carregada de frustração e necessidade. — do quanto eu te quero.
Lila sentiu o corpo inteiro estremecer com aquelas palavras. Mas não havia mais espaço para hesitar. Sem pensar, levou as mãos até o peito dele, os dedos deslizaram pelo músculo firme, sentindo o calor, o pulso acelerado, o cheiro da pele molhada misturado ao sabonete.
Taylor inclinou-se, capturando os lábios dela em outro beijo, mais profundo, mais faminto. As línguas se encontraram, o ar entre eles desapareceu, e um gemido baixo escapou da garganta dele, abafado contra a boca dela.
Com um movimento decidido, ele a guiou para o meio da cama, até que Lila sentiu o colchão tocar suas costas. Sem quebrar o beijo, Taylor a empurrou suavemente para que se deitasse, apoiando uma das mãos no colchão ao lado do corpo dela. A outra mão, firme, desceu pela lateral da coxa, onde ele segurou a perna dela e a envolveu na sua cintura, fazendo Lila estremecer ao sentir o desejo dele evidente sobre a toalha.
Lila arfou, com os olhos semicerrados, sentindo o corpo inteiro estremecer com cada toque dele. Taylor se inclinou sobre ela, apoiando parte do peso no antebraço, os cabelos ainda úmidos caindo sobre a testa. O olhar dele queimava, e o dela refletia a mesma fome.
— Me diz para parar … — sussurrou com a boca perigosamente próxima da dela, o hálito quente envolvendo os lábios de Lila.
Antes que ela pudesse responder, os lábios dele desceram pelo pescoço dela, deixando um rastro de beijos úmidos, quentes, que faziam o corpo de Lila se arquear contra o dele. Os dedos dela se enroscaram nos cabelos molhados dele, puxando de leve, como se pedissem mais.
O som dos suspiros dela misturava-se ao da respiração pesada de Taylor, e o ar no quarto parecia rarefeito, carregado demais para permitir qualquer pensamento racional.

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