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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 1367

Luciano soltou uma risada seca e fria: "Status? Já fui expulso da família pelo Sr. Castelo. Que sentido teria sair daqui?"

Zoé balançou a cabeça: "Não, o Sr. Castelo está apenas te punindo agora, não te matou."

Ela avançou um passo, o salto fino do sapato encostando na perna de Luciano. "Você ainda não entendeu, foi?"

Luciano semicerrrou os olhos.

A única fonte de luz no porão vinha da lâmpada fluorescente do corredor, que piscava intermitente, projetando sombras irregulares sobre o rosto de Zoé, fazendo-a parecer uma escultura que ganhara vida.

"Entender o quê?" Luciano perguntou.

Zoé abaixou a voz: "Enquanto você sair daqui vivo, enquanto vencer eles, o Sr. Castelo não se importa com o modo como você vence. Ele só precisa de um vencedor."

Aos poucos, Luciano foi convencido pelas palavras de Zoé.

De repente, ele compreendeu aquele código distorcido de honra da Família Castelo: a vitória era justiça, não importando os meios.

A dúvida em seus olhos foi sendo substituída por um brilho afiado. "É mesmo?"

Zoé percebeu a mudança e sorriu, satisfeita: "Claro, quando foi que eu, Zoé, te enganei?"

Luciano abaixou a cabeça, olhando para seu próprio estado lastimável.

Se continuasse naquele porão, morreria de infecção ou em algum dos jogos de execução súbitos do Sr. Castelo.

Ele ergueu a cabeça de repente, os olhos ardendo com uma resolução desesperada: "Certo, se você conseguir me tirar daqui, aceito ser sua lâmina!"

Os lábios de Zoé se curvaram num arco vitorioso: "Desejo que nossa parceria seja um sucesso."

Luciano falou de repente: "Já que você está disposta a me ajudar, também vou te contar uma coisa."

Zoé arqueou as sobrancelhas: "O quê?"

Luciano falou mais devagar: "Seu filho, Víctor, se apaixonou por uma mulher. Ele está enfrentando toda a família por esse amor."

As cólicas estomacais o trouxeram de volta à realidade.

O dia inteiro, ele só tinha comido metade de um pedaço de pão embolorado e uma tigela de água suja.

O corte nos lábios sangrava, ele passou a língua, sentindo o gosto de ferrugem se espalhar na boca.

Até que o guarda entrou com suas botas pesadas para trazer a comida.

"Hora de comer, porco." O guarda empurrou grosseiramente uma bandeja de metal por baixo da grade. Dentro, havia uma massa pastosa de aparência irreconhecível, com uma camada acinzentada e um brilho oleoso suspeito.

O prato deslizou até os pés de Luciano, um cheiro azedo e podre atingiu seu nariz, provocando uma contração no estômago — dessa vez, não era fome, era puro nojo.

"O que... é isso?" A voz de Luciano estava rouca.

O guarda respondeu friamente: "Sobra de comida misturada com água de lavagem, um prato especial feito só para porcos nobres como você."

Ao terminar, fez uma reverência: "Bom apetite, Sr. Castelo."

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