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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 1368

As pontas dos dedos de Luciano afundaram profundamente na palma da mão.

Um mês atrás, aquele guarda desprezível não teria nem o direito de engraxar seus sapatos e agora... ousava humilhá-lo!

Respirou fundo, obrigando-se a manter a calma. A promessa de Zoé ainda ecoava nos ouvidos — em breve estaria livre, só precisava aguentar mais um pouco até Zoé vir salvá-lo.

Mas a ardência no estômago tornava impossível pensar.

Ele precisava de comida, comida de verdade, não aquela massa que nem um porco comeria.

"Escuta, eu te dou dinheiro, muito dinheiro, é só me trazer uma refeição decente." Luciano tentou subornar o guarda.

O guarda cruzou os braços, impassível.

Luciano insistiu: "Quando eu sair daqui, vou te recompensar dez, cem vezes mais."

O guarda olhou para ele como se assistisse a uma comédia. "Olha só pra você, feito um porco, tem que comer comida de porco."

As pupilas de Luciano se contraíram de repente, o sangue lhe subiu à cabeça. "Você ousa falar assim comigo?"

O guarda respondeu com desprezo: "Por que não ousaria? Agora você é só um prisioneiro, não é nada."

O guarda virou-se para sair.

"Espere!" Luciano gritou. "Ao menos me traga um copo de água limpa!"

O guarda nem olhou para trás: "Talvez na próxima, se eu lembrar."

Luciano ficou tão furioso que seu rosto se contorceu.

De repente, agarrou a bandeja de metal e, com toda a força, lançou-a contra a parede.

"BANG!"

Aquela massa pastosa espirrou para todos os lados, algumas gotas até ricochetearam em seu rosto.

Luciano limpou o rosto freneticamente com o dorso da mão até a pele ficar avermelhada.

Zoé não se deu ao trabalho de ser cordial. Caminhou até a mesa e sentou-se, cruzando as pernas com elegância, revelando o contorno perfeito das panturrilhas sob a meia-calça preta. "Ouvi dizer que está disposto a nos ajudar?"

Foi direto ao ponto: "Diga o que quer em troca de salvar Luciano."

O homem mascarado riu, sentando-se novamente.

Os dedos tamborilaram na mesa, num ritmo estranho e irregular: "Você sabe que, para tirar o Sr. Castelo daqui, não vai ser fácil..."

"Posso garantir sua fuga em segurança." Zoé o interrompeu, tirando um cheque da bolsa e empurrando-o sobre a mesa. "O suficiente para garantir uma vida confortável até o fim dos seus dias."

O homem nem olhou para o cheque, balançou a cabeça: "Não quero dinheiro."

Zoé arqueou as sobrancelhas: "Então o que você quer?"

Os olhos cinzentos do homem de repente se tornaram penetrantes. Ele se ergueu devagar, contornou a mesa e ficou diante de Zoé.

Zoé sentiu o cheiro de tabaco e couro misturados nele, com um leve toque metálico de sangue no ar.

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