KADEN
Savannah negava com a cabeça, assustada.
— Você realmente achou que eu não ia saber que foi você? — sussurrei perto dos lábios dela.
Sentindo aquelas amoras selvagens passarem do doce ao ácido.
— Senhor… foi um acidente…
— Queria chamar a minha atenção? Ou achou que ia ser tão fácil assim se livrar de mim?
— Aaash! — ela gemeu baixinho quando o cubinho de gelo encostou na nuca e se arrepiou em espasmos visíveis.
Um suspiro escapou da boca dela, perto demais da minha, enquanto minhas mãos desciam com o gelo frio por toda a coluna, deixando um rastro úmido na pele.
Cada reação de Savannah ficava gravada nas minhas pupilas, que iam ficando mais selvagens.
— Deixa. Sair. O seu poder —rosnei sobre os lábios entreabertos, o rosto dela franzido pelo frio e pelo medo dos meus caprichos.
Quando minha mão se enfiou no vão das nádegas, por baixo da calcinha, ela deixou escapar um gritinho assustado e se inclinou pra frente, apoiando o peso nos meus antebraços.
— Tá tentando me seduzir, Srta. Olivan? — Deusa… era só eu descer um pouco e podia provar aquela boquinha macia.
A maciez da bunda dela também não passava despercebida pros meus sentidos.
— Não… não, senhor… mas tá ge-la-do… —respondeu entre dentes.
— Pensei que você gostasse dessa temperatura e, além do mais, se deixar o seu poder sair, pode derreter o gelo, principalmente aqui…
Minha outra mão se enfiou devagar entre as coxas dela, onde o pedacinho de gelo tinha ficado preso depois de escorregar pelas nádegas.
Empurrei o cubo pra cima com os dedos por cima do tecido, sentindo a carne macia da boceta ceder, deslizando o gelo pra cima e pra baixo entre os lábios pecaminosos.
A água começou a escorrer… e algo mais quente e lascivo também.
— Aahh, não, espera… eu tô ficando nervosa…!
As garras dela apertaram nos meus bíceps e eu tava morrendo de vontade de empurrá-la até o limite.
Eu estava sentado quase na beirada da poltrona, praticamente por cima de Savannah, provocando devagar o sexo delicioso dela.
— Faz isso. Me mostra o seu poder… — soltei minha aura de uma vez, só um pouco, pra instigá-la.
Vi as pupilas dela dilatarem reagindo à violência primitiva do meu lycan, mostrei os caninos num rosnado, intimidando-a, e o lado Serafina dela respondeu.
Uma onda de luz vibrante e fresca explodiu dos poros dela, os olhos cinzentos brilharam em tons violetas lindos, tão etéreos e mágicos.
A aura escura do meu corpo colidiu com a dela, empurrei um pouco mais, querendo agarrar aquele poder que me acalmava.
Rosnei sobre a boca dela, roçando nossos lábios, querendo me render, esmagando-a com mais força.
Meus dedos entraram por dentro da calcinha e acariciei o clitóris gelado com luxúria, aproveitando a viscosidade entre aquelas dobras encharcadas.
— Savannah —rosnei o nome dela, querendo ceder, só um pouco… — Quero mais da sua luz.
Minhas carícias ficaram ansiosas, buscando penetrar aquela fenda quente.

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