KIARA
Em que momento eu disse que queria chupar as bolas dele?!
Imagino a cara de virgem em bordel que eu devia estar fazendo, mas Alistair não me explicou mais nada.
Em uma batida do coração, eu já o tinha de novo se posicionando sobre o meu corpo, só que havia algo estranho nessa posição.
Meus olhos se arregalaram, olhando para cima, onde o pau dele pendia, balançando sobre o meu rosto como uma fruta pendurada num galho.
O fio viscoso da ponta escorria devagar, me provocando a lamber.
Meu coração queria saltar do peito e, quando minhas pernas foram abertas por aquelas mãos enormes e senti a respiração quente sobre o meu clitóris, comecei a tremer de prazer.
—Se serve sozinha, bebê, bom café da manhã… Mnnn… —foram as últimas palavras lascivas dele antes de enroscar as mãos nas minhas coxas, separar minhas nádegas, abrir minha intimidade com os dedos e começar a lamber minha boceta.
O gemido excitado escapou do meu peito, aproveitando a boca experiente dele, que sabia exatamente como me fazer vibrar.
Meu corpo inteiro se retorcia, suando debaixo do dele, com ele de quatro sobre mim, com a cabeça completamente enterrada entre as minhas pernas.
Meus olhos erráticos olhavam para cima, se ele só abaixasse um pouco os quadris, enfiaria aquele pau enorme na minha boca… mas Alistair estava esperando a minha decisão.
Como eu fazia isso? Aquilo já era uma aula avançada demais para uma inexperiente…
“Pela Deusa, põe logo a língua para fora e deixa eu lamber esse fio viscoso que está me deixando louca!” Minna despertou de repente, excitada e prestes a entrar no cio.
Ela me empurrava a cometer as loucuras mais deliciosas.
Ofegando sem controle, sentindo ele enfiado na minha vagina, me lambendo e me chupando até me tirar a sanidade, resolvi inclinar a cabeça para cima devagar.
Minha língua saiu, recolhendo aquelas lágrimas de afrodisíaco que escapavam da ponta da glande inchada dele.
—Ggrrrr… —Minna rosnou com morbidez através da minha garganta.
Arqueei as costas e estiquei o pescoço, seguindo meus instintos, meus desejos, e abri a boca para engolir aquela fruta do pecado.
Minhas mãos se prenderam às coxas tensas dele.
O pau dele deslizou para dentro da minha boca até o fundo, enquanto eu subia e descia a cabeça devagar, com os lábios bem esticados pela circunferência grossa e dura.
Intoxicada pelo cheiro masculino dos testículos dele sobre o meu nariz, pelo gosto intenso que escorria pela minha garganta.
Meus olhos se fechavam, perdida na luxúria embriagante de estar com o homem da minha vida.
A respiração saía aos montes pelo meu nariz, minhas unhas afundaram nas pernas dele e nossos gemidos cheios de sedução pervertida se perdiam no prazer que estávamos dando um ao outro.
Logo o quarto à meia-luz se encheu de sons abafados, úmidos, de chupadas lascivas.
Minha cabeça tinha caído contra o travesseiro enquanto os quadris de Alistair se mexiam para baixo, me dando de comer toda a masculinidade dele, enfiando-a uma vez atrás da outra entre os meus lábios franzidos.
A pressão no meu ventre estava ficando insuportável e meu clitóris não aguentava mais as carícias dos dedos dele… eu estava prestes a gozar.

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