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Como Conquistar um Príncipe Lycan romance Capítulo 198

ALISTAIR

Meus dedos rodearam a entradinha minúscula, cheia de tentações, e eu quase conseguia ver as contrações safadas da vagina dela.

Afastei o cabelo suado do rosto com o coração disparado.

Deusa… meus desejos e minha honra colidiam na minha mente quente, pedindo sexo… e não qualquer sexo... Estar com a minha alma gêmea ia foder a minha cabeça de vez.

Ergui o olhar para ver as nossas magias dançando pelo quarto inteiro como um espetáculo de faíscas numa sintonia perfeita.

—Alistair? —fechei os olhos com força quando ela voltou a me chamar com aquela voz de ninfa que deixa qualquer pau duro.

Consegui me controlar e me endireitar, me virando, segurando os silvos pervertidos cada vez que meu pau roçava na pele dela.

Me enfiei entre as pernas dela e segurei a cintura dela para levantá-la e sentá-la montada nas minhas coxas.

Quando o calor da boceta dela se apertou contra o meu membro, tive que tirar um segundo para recostar no peito dela e começar a recitar o manual de Herbologia.

“A Galbado é uma planta que cresce em… em… ONDE CARALHOS ELA CRESCIA?!”

Minhas mãos se apertaram nas nádegas dela, empurrando-a mais sobre o meu corpo, baixando devagar a boca para chupar os peitos dela, e a Galbado não importava porra nenhuma para mim…

—Alistair? Você está agindo estranho… eu fiz alguma coisa? Eu…

—A única coisa que você está fazendo é me deixar mais louco do que eu já estou… —por fim ergui o rosto em pura agonia, olhando a expressão franzida dela com aquele biquinho desenhado nos lábios bem usados por mim.

Quando vi o quanto estavam vermelhos, voltei a pensar na… na Galbado e que ela crescia… acho que no deserto… quanto era dois mais dois?...

—Tudo bem se você não quiser fazer, eu…

—Nena, você não entende —segurei o rosto dela quando a vi murchando com todas aquelas inseguranças bobas.

—Ki, você está me oferecendo o maldito céu e, meu amor… eu estou morrendo de vontade de fazer isso com você, mas… porra!

Resmunguei, tentando organizar meus pensamentos coerentes no meio de tanta luxúria.

—A gente precisa falar de algumas coisas importantes, a nossa relação… é complicada. Nossas almas ressoam… porra, eu achei que esse negócio de almas gêmeas mágicas fosse conto… mas aí você apareceu… —olhei direto para aqueles olhos verdes cheios de sedução inocente.

Eu achei que odiava olhos verdes, mas estava enganado.

—Você é o meu pequeno milagre… —sorri de um jeito torto, cheio de amargura e desespero—. Eu não posso tirar a sua virgindade sem… bem, sem resolver os meus assuntos, não quero te fazer promessas falsas, eu…

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