ALISTAIR
O grito de dor de Kiara ressoou na minha boca, que tentava distraí-la com um beijo profundo enquanto eu trabalhava devagar a boceta dela com penetrações suaves, deliciosas, escorregadias, me controlando o melhor que podia.
Saboreei as lágrimas dela e senti no ar o cheiro do sangue, da virgindade dela sendo tomada por mim, entre carícias pervertidas e luxúria reprimida.
As nádegas dela bateram contra as minhas coxas quando eu me cravei até as profundezas apertadas.
—Ggggrr… Ssshhh, pooorra… —meu rugido ecoou pelo quarto, seguido de mais sons lascivos, mórbidos…
—Me morde, bebê, toma da minha força vital, finca os dentes em mim, lobinha.
Segurei a cabeça dela e a afundei no meu pescoço, expondo a minha vida para ela.
O calor do fogo nublava a minha mente e eu sentia a minha magia prestes a explodir.
Aquelas mandíbulas me devoraram, tomaram o meu sangue e sugaram a minha energia.
Com o suor escorrendo pelos nossos corpos, meus quadris se moviam para cima, martelando devagar, abrindo-a a cada penetração, deixando que ela se acostumasse ao meu tamanho.
Ela apertava tanto o meu pau que estava me deixando louco.
Meus dedos afundaram nas nádegas dela, subindo pelas costas arqueadas, enquanto eu olhava para o teto com os olhos quase revirados de prazer.
Quando uma língua de loba lambeu as marcas dos dentes e ela se recuperou da dor inicial, eu a deitei na cama e fiquei de joelhos entre as pernas abertas dela.
Meu pau começou a bombear vigoroso, inclinado sobre aquele corpo lindo, coberto com as minhas marcas.
O rosto dela, vermelho, a boca não parava de gemer, cheia de tentações, as gotas de sangue manchavam de um jeito pecaminoso toda a inocência que eu estava tomando com a minha lascívia, com o meu amor, com a minha luxúria…
—Aahh, Alistair, meu macho… ah, ah, ah… eu não aguento…
O grito de prazer dela me fez tremer da cabeça aos pés, me empurrando para o orgasmo.
Com a cama rangendo em golpes secos debaixo de nós, percorri desde a ponta do cabelo negro dela, espalhado como um leque sobre o travesseiro, até aquele lugar onde nossos corpos faziam amor.
Queimando esse instante a fogo nos meus recuerdos mais preciosos. Eu jamais esqueceria, não queria que fosse só uma vez, desejava acordar assim todos os malditos dias da minha vida…

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