Entrar Via

Como Conquistar um Príncipe Lycan romance Capítulo 31

ISABELLA

Pensei que William fosse se negar, no fim das contas o professor não podia obrigar um nobre.

—Acho… que eu devia pensar melhor na minha opção…

—Já vou —William se levantou com um suspiro e ajeitou o cabelo loiro para trás.

Eu tinha que admitir que ele era lindo para um babaca.

Como certo princezinho do qual eu não deveria estar falando tanto.

Ele me deu um sorrisinho sacana quando parou ao meu lado.

—Querida, seja uma boa garota comigo, ok? —ele sussurrou, se inclinando até o meu ouvido.

—Vai doer menos que a traição de ontem à noite —respondi seca, olhando de soslaio para ele e dando um passo para longe.

Todo mundo já nos olhava, fazendo especulações, mas eu precisava me vingar de alguma maneira.

—Os sujeitos de prova vão tomar esta poção, que vai começar a agir lentamente no sistema deles; é um veneno, mas para isso eles têm a salvação das candidatas.

O professor acrescentou com um sorriso suave.

—Tô ferrado —ouvi as palavras derrotadas de William.

—Obrigada pela confiança em mim —olhei para ele, dando um sorriso falso para o rosto conformado dele.

—Então eu estou nas suas mãos, linda, não me deixa morrer, por favorzinho… —ele disse de maneira dramática, sabendo muito bem que o professor tinha o antídoto.

Ele se sentou em um dos banquinhos, tomando o conteúdo do frasco que passaram para ele, enquanto nós éramos levadas para as mesas do outro lado.

—Você aqui, e você aqui… —a assistente do professor quase me empurrou para a última mesa quando eu ia em direção a outra.

Será que ia matar alguém ser um pouco gentil nessa Academia?

—Confiram suas plantas e, com base nos sentidos de vocês, olfato, tato, etc., tentem fazer o antídoto. Tem um caldeirãozinho fervendo ao lado, vocês podem misturar ali o brebagem.

Enquanto ele falava, eu olhava as coisas sobre a minha mesa e sobre as das outras.

Não sei por quê, mas parecia que ali estava tudo bem mais desorganizado.

—Vocês têm quinze minutos para salvar seus sujeitos de prova. Comecem! —o relógio começou a descontar na parede da sala.

Todos se inclinaram nos assentos para nos olhar, ou pelo menos para olhar as primeiras garotas, porque, sendo eu a que estava no canto, não iam me ver muito.

Quando abri o saquinho de tecido e enfiei as mãos, percebi o problema.

Uma baba grudava nos meus dedos.

Tirei as plantas que tinham caído para mim e a maioria estava amassada, algumas quase podres e com um cheiro que ardia no meu nariz.

“As daquela garota não tão com a mesma cara…” Thera chamou minha atenção para a mesa da Alfa ao meu lado.

As plantas dela estavam frescas, como dizia a ajuda da fórmula que o professor tinha deixado.

—O que você tá olhando? Não copia das outras —ela falou com a voz alta o suficiente para me envergonhar.

—Aconteceu alguma coisa aqui? —a assistente do sr. Leonardo foi quem se aproximou.

Notei que ele estava ocupado explicando algo no quadro.

—Algumas copiadoras que não têm iniciativa pra nada —respondeu a Alfa, e aí eu entendi por que o rosto dela me parecia conhecido… era uma das Serafinas que perdeu na seleção inicial.

—Eu não preciso copiar pra ser a vencedora…

—Chega vocês duas, por acaso já resolveram a prova? Tô vendo que têm tempo de sobra —a assistente, uma garota de vinte e poucos anos, nos repreendeu com hostilidade.

A Alfa me lançou um último olhar mortal antes de se concentrar na mesa dela.

—Desculpa, eu queria mostrar uma coisa das minhas folhas… —aproveitei para mostrar o que tinha caído para mim.

—As suas plantas não têm nada de errado, cada uma recebeu algo diferente, e se você acha que não consegue fazer, desiste. Ou você acha que só porque anda com os lycans pode ficar reclamando de tudo?

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Como Conquistar um Príncipe Lycan