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Como Conquistar um Príncipe Lycan romance Capítulo 54

KADEN

Meus dedos encontraram o clitóris sensível e eu provoquei com toquinhos, beliscando de leve entre os dedos.

—Eu vou te ajudar, mas eu não faço nada de graça, minha Serafina —minha voz saiu lupina e perigosa—. Esse favor vai sair bem caro.

Eu puxei a blusa dela de uma vez e aquelas duas belezuras ficaram à mostra, quicando como duas maçãs maduras.

Enquanto eu acariciava entre as pétalas da boceta dela, ainda escorregadia pelas minhas gozadas recentes, minha boca foi chupar aquelas tetas lindas.

—Pervertido! Não… espera… Mnn, ah!, não chupa tão forte… sshh, sim… bem aí…

Primeiro ela gritava que não e depois gemia, rebolando o quadril contra a minha mão.

Minha luxúria voltou a pegar fogo, mas a trégua com o meu lycan já estava passando.

Eu sentia aquela dor incômoda de novo no peito.

Eu resisti só pelo desejo de satisfazer ela, mas quando a boca dela gemeu gutural dentro da minha e meus dois dedos foram apertados pelos espasmos daquela vagina tarada, eu tive que escapar como uma besta reprimida.

—Porra!

—Kaden! —ela gritou quando eu levantei de repente da cama.

Mal deu tempo de dar um beijinho nela e fugir praticamente de quatro, como um animal.

“Nena, eu preciso sair pra queimar energia, eu vou ficar de olho, dorme, você tá a salvo!”

Eu rugi na mente dela, saindo com o pau pendurado pra fora da calça de flanela.

Eu corri como um idiota, tirando o pijama e chamando a mudança. Ash respondeu e meu corpo inteiro se transformou em lobo.

Comecei a correr em círculos por toda a floresta, ao redor da cabana.

A gente não ia se afastar.

“Eu não vou deixar minha fêmea sozinha!” Ash rugiu, inflexível, se recusando a ir embora.

A palavra “minha fêmea” saiu dele sem hesitar.

“Ash… Savannah… você esteve em contato com a lobinha dela… elas são as nossas companheiras destinadas?” eu perguntei, saltando por cima dos troncos derrubados pela tempestade, chapinhando na lama e nas folhas mortas da floresta.

“Eu não posso dizer com certeza… tem barreiras demais entre nós dois. O cheiro dela mudando, meu instinto animal reprimido, ela com aquele selo maldito… porra, num momento eu tenho certeza e no outro eu duvido!”

Ele rugiu, frustrado.

“A gente vai descobrir. Quando a gente fez amor com ela…”

“Foi alucinante, e a lobinha dela só me deixou acariciar um pouco. Eu adoro… eu adoro a Savannah. Seja a nossa companheira destinada ou não… a gente não vai deixar ela ir.”

Nisso a gente concordava totalmente.

Mas eu e ela também falamos do que aconteceu hoje, e eu pensei de novo nos atacantes e no caos de toda aquela situação.

Eu sinto que alguém estava me incitando a virar lycan… por quê?

A situação extrema de ter de novo a mulher que eu gostava destruída embaixo do meu corpo era insuportável.

Minha sanidade não sobreviveria a esse horror outra vez. Será que era isso que eles queriam?

Eu tenho que investigar isso por conta própria e em segredo, sem fazer muito alarde, porque não me convém que meu pai descubra e intervenha.

Eu não quero que o Rei descubra os problemas de Serafina da Savannah, embora, se aqueles caras sabiam, isso só confirma que alguém próximo está conspirando contra mim.

“Será que é aquela víbora da Miska? A matilha dela é influente, o pai dela tem dinheiro das minas de ferro, bem que ela podia ter contratado aqueles bandidos.”

“Se for ela, mais um motivo pra manter ela por perto, eu vou botar meus homens pra vigiar.” Logo meus pensamentos me levaram até Darius e Ash franziu o focinho.

“Não se preocupa, eu sinto a conexão com o lobo dele, tenho certeza de que ele foi se curar com ele” ele me disse, com a língua pra fora, ofegante e doido pra se enfiar na cabana e farejar a Savannah como um pervertido.

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