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DE REPENTE 30 e o presente foi um filho para o meu chefe. romance Capítulo 27

Quando ouvi aquilo, limpei minha garganta com um pigarro e me movi para trás para poder me afastar.

—Se tem alguém bêbado por aqui, esse alguém é você. – Falei cruzando meus braços e o encarando. —Não consigo decifrar se me odeia ou se me ama.

—Te amar? – Perguntou ele soltando um riso. —Olívia, apenas não deixarei você sorrir enquanto eu estiver ao seu lado. Já disse e repito, irá pagar pelo que fez.

—Até quando? – Perguntei o vendo vincar as sobrancelhas e então, repeti a pergunta. —Até quando vou ter que pagar pelo que fiz? Preciso me preparar psicologicamente para aceitar que virarei sua cadelinha de estimação.

—Cadelinha de estimação? – Perguntou ele soltando um riso primeiro e depois ele se levantou e me segurou pelo pulso, me fazendo ir até ele. —Eu te tratei como uma donzela. Te dei do bom e do melhor e você simplesmente saiu pela madrugada depois de uma transa, de novo. Como devo tratá-la a partir de agora?

—Apenas como uma pessoa qualquer. – Respondi me desfazendo do toque o vendo ficar bem próximo.

—E não é o que estou fazendo?

—Não, não é. – Falei irritada me afastando dele. Fui até o bar e peguei uma garrafa de bebida, tomando-a sem controle.

Quando dei por mim, já estava dançando ao lado de Sabrina e mais algumas pessoas que eu não conhecia.

Acho que a mulher estava completamente fora de si, já que ignorou o fato de não estarmos nos dando bem e começou a sorrir, me entregando mais bebidas.

E naquele momento, ignorei o aviso de Archie e continuei a beber, sabendo que estava passando do meu limite.

—E se eu dormir com alguém? Faz tempo que não faço isso! – Resmunguei olhando Sabrina, que sorriu.

—O quê? Não te ouvi direito. – Disse ela se aproximando.

—Eu disse que preciso ir ao banheiro. – Falei a entregando a longneck e me afastando dela, vendo-a se esfregar em alguns caras por ali.

—Eles realmente não são um casal! – Resmunguei subindo as escadas para procurar o banheiro.

A fila estava enorme e então, me encostei na parede para esperar minha vez.

O som do andar de baixo já não era tão incômodo, talvez fosse pelo alto nível de álcool em meu sague. Comecei a sorrir e me mover no ritmo das batidas, tentando me dispersar um pouco daquela fila e quando chegou minha vez, fui tranquilamente, mas ao sair, me dei de frente com quem eu não esperava.

Sorri apontando o dedo para ele.

—Senhor Simons, até aqui me persegue?

—Chega Olívia, vamos embora! – Disse ele entre dentes, segurando meus braços e me puxando, mas eu resisti.

—Eu não vou com você! – Falei com a voz embriagada o apontando o dedo. —Sabe-se lá o que quer fazer comigo no caminho. Estou muito nova para morrer e ...

Antes que eu terminasse de falar. Archie me pegou no colo e me jogou por cima do ombro.

—Fica calada! – Disse ele prendendo as minhas pernas para que ninguém me visse de forma indiscreta.

Eu então, comecei a dar alguns t***s nas costas dele e gritei.

—Socorro, estou sendo sequestrada! Alguém me ajude! – Falei com histeria, mas acho que ninguém ali estava sã o suficiente para me levar a sério.

Archie caminhou para fora, se afastando da multidão e ao chegarmos no estacionamento, ele me colocou no chão. Naquele momento, me virei para o lado e vomitei.

—Hm! Você é muito gostoso! – Falei sem me conter sendo colocada ao chão. —Eu estava gostando, por que me desceu?

Archie abriu a porta do quarto e arqueou uma sobrancelha.

—Porque já chegamos. Vá se lavar que te levo para casa. – Disse ele me empurrando para dentro. Assim que a porta foi fechada, olhei para cama e sorri.

—Vou dormir no mesmo lugar que a idiota da Sabrina? – Perguntei me virando para o olhar. —Ela sabe que você gosta de comer outras na mesma cama que dorme com ela?

Ele então, franziu a testa.

—Ainda não a comi! – Disse ele me fazendo rir.

—Mentiroso. – Respondi me virando para olhar a cama novamente e então, ele se aproximou, me estendendo uma escova de dentes e um creme dental.

—Vá se lavar. Ou eu mesmo a jogo na banheira. – Disse ele com raiva e então, revirei os olhos e fui até lá escovar meus dentes.

Assim que terminei, me despi e entrei na banheira, deixando que a água fria caísse sobre mim, mas de repente a porta foi aberta com rapidez.

Acho que o barulho de eu ter pulado dentro da água o fez se assustar e então, comecei a rir sem controle.

—Está assustei?

—Chega ou inundará tudo. – Disse ele se aproximando para fechar as torneiras e então, eu o segurei pelo colarinho o puxando.

—Vem comigo!

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