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DE REPENTE 30 e o presente foi um filho para o meu chefe. romance Capítulo 41

Olívia Bianchi –

Estava chovendo e levamos uma equipe para o “Del Luna” para podermos adiantar algumas coisas.

Naquele momento, estávamos tão desesperados para retomar o projeto que, acabamos fazendo uma proposta para a hora extra de todos.

Estávamos em seis; eu, Jessie, Archie, mais uma garota e dois rapazes. E mesmo rodeada por eles, confesso que era quase impossível disfarçar meu nervosismo perto de Archie.

Ainda mais depois de um beijo quente, que acabou sendo interrompido.

Graças aos céus! – Pensei.

—Bom, são cinco andares nos dois prédios! Tem a área da piscina que liga ao restaurante e dá acesso ao mar! – Disse Archie apontando para os rapazes que assentiram com um aceno de cabeça.

Ele então, continuou.

—Precisamos ver as instalações do restaurante, verificarmos os forros e também o encanamento. Acham que podemos dar uma conferida e passar para a equipe de fiscalização amanhã?

—O que vocês nos sugerem? – Perguntei olhando para os outros.

—Acho que podemos dar uma conferida e pedirmos para que a equipe venha fazer algo mais detalhado. – Disse a garota cujo crachá em sua roupa mostrava o nome “Loren”.

Naquele instante, levei os olhos para Archie que apenas assentiu com a cabeça enquanto me olhava de volta e então, se retirou com os rapazes.

Subimos as escadas do primeiro prédio, indo ao andar superior ode havia os quartos. Todos eram arquitetados igualmente; móveis rústicos e simples, porém com um toque delicado e requintado.

A única diferença era que, os quartos VIP eram os que tinham a vista para o mar.

—Senhorita, não acha melhor irmos de elevador? As escadas são enormes.

—Eu não confio em elevadores, ainda mais quando tudo está desativado. – Respondi dando um sorriso fraco, deixando transparecer sem querer o meu nervosismo.

—Faz sentido! – Respondeu Jessie. —Uma vez fiquei presa em um elevador sem manutenção. Confesso que vi a morte de perto.

—Sério? – Perguntou Loren mostrando-se assustada. —Sempre prefiro entrar em um. A partir de agora serei mais cautelosa.

—Isso é bom! – Respondi continuando a subir os degraus.

Entramos em alguns quartos, conferindo as instalações elétricas e o banheiro. Alguns havia uma visível infiltração que era de dar pena.

—Minha nossa, olhe isso! – Disse Jessie, mostrando-se surpresa. —Acho que não foi feito nada por aqui. Tudo parece bem deteriorado.

Quando ela disse, me abaixei tocando o chão, vendo que realmente poderia acabar afetando as estruturas.

—Precisamos ver os encanamentos e conferirmos as estruturas das instalações. Será muito desagradável um hospede embaixo de goteira. – Falei me levantando e ao me virar, as luzes desligaram.

—Será um apagão? – perguntou Loren com um timbre preocupado.

Olhei pela janela vendo o prédio seguinte, completamente iluminado.

—Acho que não. Apenas u problema na parte elétrica. – Respondi chacoalhando o celular para ligar a lanterna. —Alguém trouxe o celular?

—Eu estou com o meu! – Respondeu Jessie chacoalhando o dela.

Uma piscina de água, causada por algum problema na construção.

—Droga! – Resmunguei descendo os degraus e no meio do caminho, ouvi a porta bater lá em cima.

Aquilo me assustou, mas respirei fundo e continuei a descer. Quando eu estava prestes a tocar a água, o quadro de luz entrou em curto.

Naquele momento, senti meu corpo ser puxado me impedindo de tocar a água.

—Você é louca? – Perguntou Archie me puxando.

Eu então o ouvi respirar fundo, como se estivesse aliviado por ter impedido a tempo.

Naquele instante, senti pela primeira vez o medo correr em minhas veias; eu poderia ter morrido sem ninguém ter ideia disso. – Pensei assustada o abraçando.

—Obrigada! – Falei com um timbre triste, me mantendo com a cabeça encostada no peito dele.

Archie passou uma mão nos meus cabelos tentando me acalmar, mas se manteve em silêncio, talvez como um sinal de respeito.

E depois de um tempo, percebi o que eu estava fazendo e me afastei assustada para o olhar. Archie tomou o celular da minha mão e me puxou pelo pulso, me levando com ele degraus acima.

—Vamos sair daqui. Do jeito que é propícia a acidentes, pode colocar a nossa vida em risco. – Disse ele de forma simplista.

Assim que saímos de lá, senti meu corpo ser bruscamente encostado na parede e os olhos dele me encararam com firmeza.

—Nunca mais faça isso! Não coloque mais a sua vida em risco!

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