— Augusto, me salva! Por favor, me salva! — Mônica gritou novamente, sua voz estridente finalmente trazendo Augusto de volta à realidade.
Mas o grito dela também atraiu Laís, que correu para a sala ao ver a mãe sendo segurada contra a parede enquanto eu continuava a estapeá-la sem piedade.
— Sua mulher má! Solta a minha mãe! Sua mulher má! — Laís gritava entre soluços, enquanto puxava desesperadamente a barra da minha roupa.
Eu já tinha perdido completamente o controle. Para mim, ela era tão culpada quanto Mônica. Sem pensar duas vezes, empurrei a menina para longe e continuei batendo em Mônica.
Mesmo com o rosto dela já inchado a ponto de estar irreconhecível, com sangue escorrendo do canto da boca, minha raiva ainda não tinha diminuído.
Minha filha... O que minha filha tinha feito para merecer isso? Por que ela teve que ser reduzida a cinzas e jogada no chão por causa dessas duas?
Laís, que tinha caído no chão com o empurrão, começou a chorar alto, sua voz misturando-se aos sons da confusão.
Foi então que senti uma força firme me segurar pelos ombros e me virar de repente. No segundo seguinte, um tapa forte estalou no meu rosto.
O ar pareceu congelar. O silêncio na sala era tão absoluto que dava para ouvir até mesmo as respirações contidas.
Eu olhei, chocada, para o homem à minha frente. O rosto dele estava sério, duro, quase frio. Era o mesmo homem por quem eu tinha sido apaixonada desde os meus cinco anos até os vinte e cinco.
Augusto... Ele tinha me batido. Ele levantou a mão contra mim. Por causa de Mônica e Laís.
Por que, não importava o que elas fizessem, no final era sempre eu quem pagava o preço?
— Débora...
Augusto parecia tão surpreso com o que tinha acabado de fazer quanto eu. A voz dele saiu mais suave enquanto ele dava um passo à frente, tentando me tocar.
— Me desculpa... Eu só queria que você se acalmasse.
Eu recuei instintivamente, dando alguns passos para trás. Olhei para ele em silêncio, tentando encontrar alguma explicação. Então, comecei a perguntar, uma vez após a outra:
Com passos decididos, caminhei até ele e o peguei. Então, fui direto para a pequena capela da casa.
Elas tinham destruído a coisa mais importante da minha vida. Mas eu não podia matá-las. Em vez disso, eu destruiria o que era mais importante para Augusto. Eu faria com que ele sentisse a mesma dor que eu estava sentindo.
Levantei o taco de golfe e comecei a golpear a estátua dourada de um santo que estava no altar. A cada golpe, pedaços da escultura se despedaçavam, caindo no chão como cacos brilhantes.
Aquela capela, com todos os seus ornamentos luxuosos, tinha sido projetada por um artista famoso e construída com um orçamento astronômico a pedido de Augusto. Era um lugar que ele adorava, um símbolo de sua fé e de sua disciplina.
Mas, naquele momento, eu estava destruindo tudo. Os sons dos estalos e das rachaduras ecoavam pelo espaço, como se fossem o grito da minha própria alma.
Eu não me importava se aquilo era um sacrilégio, nem se haveria consequências para mim.
Porque, se o mundo tivesse justiça, por que a punição nunca recaía sobre Augusto ou Mônica?
Quando Augusto finalmente percebeu o que estava acontecendo e entrou na capela, encontrou um cenário de destruição. O chão estava coberto de destroços, e eu estava no centro de tudo, completamente fora de mim, destruindo o que restava com golpes furiosos.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Depois do Divórcio, Meu Ex-marido Frio Perdeu o Controle
Cara, sinceramente... Estava amando a história... Mas a autora está enchendo muito linguiça... Uma história ficando sem fim e perdendo a essência... Está ficando longa demais, perdendo sentido e deixando a plataforma desacreditada. Último livro que leio....
Nao gasto nem mais 1€ com este livro...
A autora quer deixar augusto de bonzinho, mas não dá, ele é muito sem futuro....
A história fica meio enrolada,Mônica teve uma filha com o irmão da Débora,e Autora deixa a história no ar. Alice aparece e desaparece sem ter nenhuma fala dela Mae da Débora viva ,como assim? Quem realmente é a filha da Débora e Augusto, lais ou Rafaela? Que história mais enrolada....
esse livro esta parecendo mas uma história de tortura do que de romance, essa pobre da Débora não tem um minuto de sossego...
Tá bom de liberar mas episódios e manda augusto pra porra affff e desenrola Thiago e Débora...
AUTORA SOMOS UMA PIADA PARA VOCÊ? 🤡 Alguém demite essa mulher! QUE PALHAÇADA VIROU ESSE LIVRO. Anda 10 passos, volta 9🤡...
Nossa , ela vai voltar com o Augusto de novo .. nossa que chatisse tá virando isso...
Não serve pra ser aurora não, um chove não molha sem sentido nenhum...
Muito enrolado esse livro...