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Depois do Divórcio: Te quero de volta romance Capítulo 40

Miguel Ylmaz

Uma semana antes...

A fumaça ainda pairava sobre os escombros da última boate de Kemal quando decidi que só destruir seus negócios não era suficiente. Ele sequestrou Anny. Ele ousou atravessar uma linha que nunca deveria ter sido cruzada. Se o objetivo dele era me quebrar, não sabia o erro que estava cometendo.

Após Anny ser levada, enquanto meu ódio queimava como fogo, busquei uma solução definitiva. Kemal precisava cair, e eu precisava de um time que fosse tão letal quanto invisível.

Foi então que ouvi falar das "Leoas". Um grupo de assassinas de aluguel lendárias, conhecidas por sua habilidade em se infiltrar e eliminar qualquer alvo sem deixar rastros. Suas histórias eram quase mitológicas, cada missão concluída com precisão cirúrgica. Mas elas não trabalhavam para qualquer um, e o preço por seus serviços era absurdo.

O ponto de contato era em um bar discreto, num bairro afastado. Lá, sentei-me em uma mesa reservada, aguardando a líder do grupo. Quando ela chegou, entendi imediatamente por que eram tão temidas.

Mônica era uma visão hipnotizante: alta, com cabelos negros como a noite e um olhar que parecia atravessar sua alma. Mas havia algo letal por trás daquela beleza.

— Miguel Ylmaz — ela disse, sentando-se à minha frente. Sua voz era baixa, controlada, mas carregada de autoridade. — Disseram que você precisa de nós.

— Preciso mais do que isso — respondi, deslizando uma pasta pela mesa até ela. — Quero que vocês matem Kemal.

Ela abriu a pasta, revelando fotos, plantas de propriedades e informações detalhadas sobre a mansão de Kemal. Ela analisou tudo em silêncio antes de fechar a pasta e me encarar.

— Esse é um alvo perigoso — disse ela. — Não por quem ele é, mas pelos recursos que tem. Homens, armas, alianças. Isso vai custar caro.

— Isso não é problema — garanti. — Quero isso feito de forma limpa. Quero ele morto, e quero Anny fora de lá viva.

Ela inclinou a cabeça, avaliando minha determinação.

— E se houver perdas? — perguntou, como se testasse minha humanidade.

— Não quero perdas— respondi, firme. — Mas se for inevitável, aceito as consequências.

Mônica sorriu de leve, um sorriso que não tinha nada de caloroso.

— Está bem. Nós aceitamos o trabalho. Mas entenda, Ylmaz, uma vez que começamos, não há volta.

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