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Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata romance Capítulo 508

Ulisses desceu rapidamente pelo outro lado e se juntou a ela.

Estavam a uns sete ou oito metros da entrada da mansão.

Assim que Luana se firmou nos pés, viu o casal de postura impecável e elegante caminhar na direção dela.

O homem era alto e seguro, e seu rosto guardava semelhanças com o de Ulisses.

A mulher, dona de uma aura afetuosa e educada, parecia estar na casa dos trinta a quarenta anos. Apesar de apresentar sutis marcas de expressão no canto dos olhos, isso em nada comprometia sua estonteante beleza.

Ulisses segurou a mão de Luana e deu alguns passos à frente.

Quando os dois pararam, Matias Serpa e Isadora puderam, enfim, observar Luana pessoalmente.

Ulisses tomou a palavra:

— Luana, estes são os meus pais. Pai, mãe, esta é a Luana.

Com as mãos suando, Luana cumprimentou-os:

— Olá, senhor. Olá, senhora.

Isadora teve o impulso de pegar as mãos dela, mas reteve o movimento, preocupada que Luana ficasse constrangida. Ficou apenas olhando e sorrindo:

— Olá, Luana! Entrem logo, a comida já está pronta.

— Isso, isso, vamos entrar primeiro — Matias também falou.

Ulisses olhou para Luana:

— Vamos.

Luana o seguiu. Para onde quer que direcionasse o olhar, percebia a atenção dos empregados focada nela.

Ela sorriu e inclinou a cabeça sutilmente.

E então seguiu Ulisses para o interior da mansão.

Era de se prever que o lugar fosse imenso por dentro, mas ao cruzar as portas, Luana ficou abismada.

Durante a refeição, ela relaxou gradualmente.

A recepção afetuosa e atenciosa, beirando a delicadeza, ajudou nisso.

Luana relaxou e, ao mesmo tempo, se sentiu tocada.

Ela dirigiu o olhar a Ulisses, que respondeu com um leve sorriso.

Ao terminarem o almoço, a família se dirigiu à sala de estar para uma conversa relaxada.

Ulisses pediu que trouxessem os presentes que Luana havia trazido.

Isadora indagou, com brilho nos olhos:

— Posso abrir?

Luana concordou de imediato:

— Claro que sim.

Ela desembrulhou e revelou um Cavalo de Cristal esplêndido e encantador.

O signo do zodíaco chinês dela era o cavalo, e ela era apaixonada por artesanato de cristal.

— Eu disse... que você é muito bom.

— Assim está melhor. — Ulisses pegou na mão dela, conduzindo-a. — Vamos dar uma olhada no meu quarto.

O interesse de Luana foi capturado de imediato.

Ele observou:

— Quando eu te conheci, ainda morava aqui.

— Há alguma foto sua dessa época? — perguntou Luana, com os olhos brilhantes.

Ulisses explicou:

— Nunca fui fã de ser fotografado.

— Duvido muito! — Luana rebateu. — Você tirou um monte desde que estamos juntos.

— Isso foi porque eu estava com você — respondeu Ulisses. — Eu quis registrar cada instante que passei com você. Para que, quando envelhecermos, possamos relembrar devagar.

Ela beijou seu rosto:

— Tudo bem. Mas e as suas fotos de infância? Tem que ter alguma, certo?

Ulisses esfregou a ponta do nariz:

— Tenho muito poucas.

— Então quer dizer que tem. Eu quero ver!

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