Ao chegar lá fora, Helena viu uma mulher ajoelhada diante de Tereza, com os cabelos desgrenhados.
Ela agarrava a barra da calça de Tereza, implorando amargamente.
— Senhorita Freitas, eu te imploro, salve meu marido! A doença do meu marido só pode ser curada neste hospital! Eu te imploro!
— Desculpe, o hospital da minha família não faz caridade. Quem decide isso é o diretor. Implorar para mim é inútil. Além disso, os leitos do hospital estão basicamente cheios todos os dias. Onde você quer que eu arranje lugar para você? — Disse Tereza.
Ela nunca cuidava dos negócios da família, e muito menos queria cuidar dos assuntos do hospital.
Havia muita gente sofrendo no mundo; era impossível salvar a todos.
Se abrisse esse precedente, todos viriam implorar, e o hospital explodiria de gente.
— Senhorita Freitas, eu te imploro, tenha piedade! Senhorita Freitas...
— Amiga! Você chegou! — Tereza viu Helena de repente e um sorriso surgiu imediatamente em seu rosto.
Helena aproximou-se e a mulher levantou a cabeça, encontrando seu olhar.
Helena sentiu uma surpresa. Não era Melissa?
Como ela havia chegado a tal ponto!
Não se via nem traço daquela mulher orgulhosa, arrogante e inatingível de antes.
Desde que a família Nunes faliu, ela foi esmagada pela vida e não tinha mais nenhuma aura de dama da alta sociedade.
Melissa, ao ver Helena, ficou paralisada.
— Amiga, você a conhece? — Perguntou Tereza.
Helena respondeu com indiferença:
— Sim, ela é a esposa de Ribamar Nunes.
Ao ouvir isso, Tereza entendeu!


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