Ele ainda acreditava piamente que não tinha sido bom o suficiente e que havia irritado sua mãe.
Na verdade, no coração dela, ela nunca gostou dele, não é?
— Daniel, no que você está pensando? — Jorge perguntou.
— Nada, vamos embora!
...
Condomínio Alto do Horizonte.
Helena voltou para casa e viu Clara chegando.
Foi Ayrton quem a trouxe de volta.
— Ayrton, cheguei.
— Certo, então eu vou indo! — Ayrton sorriu gentilmente.
— Uhum. — Clara assentiu timidamente.
— Ayrton, entre para sentar um pouco, não tenha pressa em ir embora! — Amanda, vendo a cena, apressou-se em convidar Ayrton.
— Olá, tia! — Ayrton cumprimentou educadamente.
— Clara, minha filha, o Ayrton te trouxe até aqui e você nem o convida para entrar? Vamos, entrem! — Amanda disse sorrindo.
Ayrton ficou sem jeito de recusar e acabou entrando.
Helena caminhou até Clara.
— Clara, o Ayrton está te cortejando? Vocês estão namorando?
Inesperadamente, com a pergunta de Helena, o rosto de Clara ficou ainda mais vermelho.
— Não... claro que não...
— Clara, não minta para mim. Eu percebi. Está praticamente escrito na sua testa: "Eu gosto do Ayrton".
Um trabalhava na fábrica de eletrônicos da família Gomes, e o outro no estúdio LAX.
Eram direções opostas. Além disso, não era caminho para o Ayrton. Se não fosse gostar, por que ele a levaria para casa com tanta frequência?
— Sua menina levada, você se atreve a zombar de mim! — Clara cutucou a cabeça de Helena com carinho.
— Hehe, Clara, se gosta, gosta. Eu acho que o Ayrton é uma boa pessoa. Ouvi o papai dizer que ele trabalha muito e ajuda o papai na empresa!


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