— Obrigado, Sr. Gomes! Obrigado, Sr. Gomes!
Eles choramingavam.
Estavam aterrorizados.
O Sr. Pedrosa era um demônio que matava sem piscar.
Helena levantou-se e deu um tapinha em Jon.
— Já que você descarregou a raiva, devemos ir.
Jon a seguiu imediatamente.
Tomás também saiu.
Hook e os outros, apoiando-se uns nos outros, seguiram atrás de Tomás.
Quanto ao local, Tomás deixou pessoas especializadas para limpar.
Chegaram ao lado de fora.
A noite caía. Naquela zona periférica da cidade, não havia muito movimento.
As luzes da rua eram fracas, algumas nem haviam sido instaladas.
Vendo que Tomás ainda os seguia, Helena disse a Jon:
— Espere aqui um pouco.
Em seguida, ela caminhou para frente.
Tomás correu atrás dela.
Quando chegaram a um lugar onde não podiam ser ouvidos, Tomás fez biquinho e chamou:
— Chefe...
— É assim que você gerencia seus subordinados? — Questionou Helena.
— Chefe, tenho tantos homens, não consigo controlar todos. Esse Hook é apenas um peixe pequeno, eu não sabia que ele tinha ofendido você. Chefe, por favor, me perdoe!
Enquanto falava, Tomás estendeu a mão e puxou a ponta da roupa de Helena, torcendo-a nos dedos.
Parecia uma criança que tinha feito besteira.
Lá atrás, Jon, Hook e os outros estavam chocados!
Eles viram direito?
O demônio cruel e sanguinário estava fazendo manha?
Aquele jeito... ele estava fazendo dengo para Helena?
Meu Deus!
Aquele era mesmo o Sr. Pedrosa que eles conheciam?
— Chefe, se quiser, me bata para desabafar! Chefe...
Helena olhou para a cara de pidão dele e teve vontade de bater.

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