— Sim.
William admitiu sem sequer levantar a cabeça.
Aquela resposta rápida e serena pegou Adam de surpresa.
Até onde ele se lembrava, não havia nenhuma rixa entre a Família Branco ou a Bio Universo e a Farmacêutica Nobel.
No entanto, a investida de seu irmão desta vez fora implacável, com a clara intenção de arruiná-los completamente!
Adam quebrava a cabeça, mas não conseguia entender.
Logicamente falando, embora seu irmão tivesse uma aura intimidadora, tinha uma boa índole e não costumava ser tão extremo sem um bom motivo.
Não me diga que...
A Farmacêutica Nobel provocou a sua futura cunhada?
Adam deu de ombros.
Ele achava que a Farmacêutica Nobel não seria tão insensata a esse ponto!
— Irmão, parece que no nosso círculo já tem gente desconfiando que foi você quem mexeu os pauzinhos por trás dos panos...
— E daí?
— Você não tem receio de que fiquem intimidados, se unam para se proteger e ninguém mais ouse fazer negócios com a Bio Universo?
Finalmente, a caneta nas mãos de William parou.
Ele ergueu levemente o olhar, cruzando com os olhos de Adam por um breve instante.
Um calafrio percorreu a espinha de Adam.
Então, William falou com uma tranquilidade cortante:
— Eles que tentem.
Grupo Farmacêutico Marques.
A reunião já havia terminado há muito tempo, mas Victória ainda não vira Palmiro sair lá de dentro.
Ela empurrou a porta e viu que Palmiro era o único que restava na sala.
Ele estava sentado sozinho na primeira fileira, com os ombros caídos, transmitindo uma profunda desolação em sua postura.
Victória pigarreou e se aproximou, repousando as mãos delicadas e pálidas suavemente sobre os ombros dele.
— Irmão, não se atormente mais com isso... Já que as coisas chegaram a esse ponto, o pior que pode acontecer é não trabalharmos mais com a Farmacêutica Nobel. O incêndio deles não vai nos atingir...
Bam!



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