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Divorciei-Me e Casei com o Homem Mais Rico romance Capítulo 56

Virando a cabeça para olhar para Victória, Palmiro não pôde deixar de pensar que Victória era muito melhor.

Ela era sua salvadora e ainda estava disposta a lhe dar filhos.

— Vamos, Victória, vamos para casa.

Palmiro abraçou a cintura de Victória, entrou no carro e ali mesmo fizeram amor antes de seguir.

Mata Elfa.

Deise, na verdade, não tinha combinado nada com Susana; ela só queria provocar Palmiro.

Ela percebeu que o fato de não dormir em casa por várias noites seguidas tinha deixado Palmiro com uma certa sensação de crise.

Por isso, mesmo sentindo dor no bolso, ele ainda comprou um vestido de centenas de milhares para ela.

No entanto, ela não dava a mínima.

Assim que chegou ao Mata Elfa, Deise ofereceu o vestido para Susana.

— Eu não quero.

Susana recusou categoricamente.

— Embora o vestido não tenha culpa, só de pensar que foi aquele canalha quem pagou, me dá nojo. Capaz de me dar urticária no corpo todo.

Vendo Susana se abraçar e tremer de asco, Deise não conseguiu segurar o riso.

Embora ela não ligasse para o vestido que Palmiro comprou, não foi o dinheiro dela que foi gasto, então por que não aproveitar?

Antes do divórcio, tudo o que ela pudesse arrancar de Palmiro era lucro; quanto mais, melhor.

Depois de relaxar um pouco na loja, Deise voltou para casa, tirou fotos do vestido e o colocou à venda no Enjoei. Afinal, o dinheiro da venda seria todo dela.

— Você vai vender esse vestido?

Uma voz magnética soou atrás dela. Deise se virou e, como esperado, viu William.

William ainda não tinha trocado de roupa; estava com seu habitual terno preto e luvas brancas, com uma presença imponente.

Ele segurava o celular, que mostrava justamente o vestido que ela acabara de pendurar para fotografar.

— Sim, vou transformar em dinheiro.

Deise foi sincera.

— Quanto?

A pergunta de William foi tão rápida e direta que Deise demorou um instante para reagir.

— Hã? Você quer comprar?

— Sim.

Vendo William assentir, Deise deixou escapar:

Normalmente, um vestido de festa assim seria difícil de vender no Enjoei; era muito caro e fora do uso cotidiano.

Ela já estava preparada mentalmente para demorar meses até conseguir vender.

Não esperava que, em menos de uma noite, embolsaria mais de quatrocentos mil.

Deise começou a suspeitar que William fosse algum amuleto da sorte enviado pelos céus.

Quando ela precisava de teto, ele oferecia a casa; quando precisava de dinheiro, ele dava dinheiro.

— Ah, quer comer alguma coisa? Tem frango caipira na geladeira, quer que eu faça uma canja?

Deise perguntou cheia de expectativa, mas imediatamente ouviu William dizer:

— Não precisa.

William era frio, e sua voz também.

Deise sorriu sem graça.

Ela queria agradar seu senhorio amuleto da sorte, mas parecia ter desagradado?

Não podia ser que...

William tivesse medo de incomodá-la?

Deise deu de ombros, decidindo que tentar adivinhar a mente dos homens era perda de tempo.

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